Viseenses preocupados com o aumento dos preços dos bens essenciais
O #dacomunicação foi às ruas de Viseu para saber a opinião dos viseenses em relação ao constante aumento dos preços dos bens essenciais e como lidam com este fator.
Ângela Pais e Francisca Costa

(O aumento do preço dos bens essenciais influencia o seu quotidiano?) “Sim, influencia porque o salário não está a acompanhar o aumento desses produtos. Portanto, também está a aumentar, mas muito mais devagar em comparação com a rapidez com que os preços desses produtos estão a aumentar.”
Gabriel Gomes, 29 anos

“Eu quando vou às compras já recorro mais às marcas brancas, porque o preço é mais acessível e a nível de qualidade também muitas das vezes não noto grande diferença, porque senão não dá para comprar tanta quantidade. Nessas coisas da alimentação tem de se continuar a gastar. Pode-se cortar noutras coisas, mas na alimentação tem que se manter.”
Manuela Cunha, 48 anos

“A subida dos preços realmente às vezes é um bocadinho difícil para quem tem ordenado um bocadinho mais baixo ou quem está sem trabalho. Acho que a inflação dos preços dos bens essenciais devia ser depois refletida também na parte do ordenado mínimo.”
Cláudia Neves, 32 anos

“Eu sou de uma aldeia, compro pouca coisa, ou seja, não influencia muito.”
Susana Fernandes, 32 anos
