Do interior para o resto do país: a Feira de Empregabilidade e Inovação ocupou Viseu durante dois dias

A associação Interiorizate organiza nestes dias, a Feira de Empregabilidade e Inovação (FEI), que terminou hoje no Mercado 2 de Maio, em Viseu, para ajudar os jovens portugueses a criarem ligações com empresas com o objetivo de obterem oportunidades reais.

Por: Matilde Brandão, Matilde Pires e Pedro Cruz

Feira decorreu no Mercado 2 de Maio, em Viseu

Paula Fernandes, representante do município de Viseu, considera que uma feira como esta é sempre uma oportunidade muito positiva, porque existem diversos blocos de empresas com ofertas de trabalho, algo necessário para alguém que ingresse neste mundo.

O futuro de um jovem não passa só por empresas, as associações também são muito importantes, e uma delas é a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), uma associação que depende muito de pessoas que queiram voluntariar-se. Joana Sequeira conta que “o papel dos jovens começa com a inclusão, tendo em conta o respeito pela diferença”. De jovens para jovens, Rodrigo Mogas de 19 anos acredita que este evento irá contribuir de forma positiva no seu futuro.

As instituições de ensino superior também marcaram presença, uma delas o Instituto Politécnico de Viseu (IPV), com o objetivo de divulgar a oferta formativa, esclarecer dúvidas e encontrar possíveis candidatos. Joana Martins, pró-presidente para a Comunicação Estratégica do IPV, explica que a presença no certame visa “dar a conhecer o Politécnico de Viseu”.

A Interiorizate é uma associação jovem, nasceu por jovens, para jovens, com o intuito de dinamizar e falar sobre os territórios do interior, as oportunidades e os desafios que fazem com que os jovens queiram ficar no interior, ou ir embora e eventualmente regressarem. Por isso, Marisa Almeida, uma das organizadoras deste projeto, acredita que todo o ecossistema e a comunidade ajudam na partilha destas iniciativas, e não só, graças aos jovens é possível ver projetos inovadores a nascer no interior. Por fim, Marisa Almeida, afirma que o ensino português e as empresas não estejam desligadas, mas que haja sim uma barreira feita por elas.

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