{"id":8925,"date":"2020-02-13T10:49:53","date_gmt":"2020-02-13T10:49:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=8925"},"modified":"2020-02-13T10:50:03","modified_gmt":"2020-02-13T10:50:03","slug":"tricanas-de-vildemoinhos-uma-partilha-de-tradicoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=8925","title":{"rendered":"Tricanas de Vildemoinhos, uma partilha de tradi\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>O folclore \u00e9 visto como algo antigo e sem interesse, sobretudo pelas gera\u00e7\u00f5es mais novos. Para os mais velhos \u00e9 muitas vezes uma forma de ocupa\u00e7\u00e3o e partilha de tradi\u00e7\u00f5es. <\/em><\/strong><em><strong>Em Vildemoinhos, Viseu, as antigas tradi\u00e7\u00f5es de folclore unem v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es. <\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por In\u00eas Cat\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 84 anos do desaparecimento das Tricanas de Vildemoinhos, Carla Abibe e Anabela Abreu apostam na recupera\u00e7\u00e3o do velho grupo de rancho folcl\u00f3rico. Com o apoio da Associa\u00e7\u00e3o das Cavalhadas de Vildemoinhos, tentam manter as hist\u00f3rias e as tradi\u00e7\u00f5es que a aldeia carrega.<\/p>\n\n\n\n<p>As tricanas eram mulheres dan\u00e7arinas que ao domingo atuavam nas igrejas para serem vistas pelo sexo oposto. Em Vildemoinhos recordam-se os seus trajes e os seus rostos bonitos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ra\u00edzes do grupo etnogr\u00e1fico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As Tricanas de Vildemoinhos surgiram em 1936. Um grupo que tinha como principal objetivo \u00a0representar todas as profiss\u00f5es englobadas na aldeia de Vildemoinhos. Juntavam-se todos os domingos na igreja para alegrar o povo, at\u00e9 \u00e0 d\u00e9cada de 40, quando a atividade do grupo se extinguiu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"879\" height=\"416\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8926\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas.png 879w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas-300x142.png 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas-768x363.png 768w\" sizes=\"(max-width: 879px) 100vw, 879px\" \/><figcaption>As Tricanas de Vildemoinhos em 1936<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u00c9 ent\u00e3o que, em 2019, Carla Abibe e Anabela Abreu decidem reavivar o projeto das Tricanas de Vildemoinhos. Carla Abibe tem 50 anos e \u00e9 professora do ensino prim\u00e1rio, explica que desde sempre cresceu na aldeia de Vildemoinhos e ouvia falar das Tricanas. Anabela Abreu, com 37 anos \u00e9 delegada de informa\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Conheceram-se na Associa\u00e7\u00e3o das Cavalhadas de Vildemoinhos, onde ambas trabalham na parte administrativa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"818\" height=\"639\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8927\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas1.png 818w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas1-300x234.png 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas1-768x600.png 768w\" sizes=\"(max-width: 818px) 100vw, 818px\" \/><figcaption>Anabela Abreu e Carla Abibe<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A ideia surgiu no evento EUROPEADE 2018, em Viseu. Um programa que valoriza o folclore europeu. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cNesse ano, as cavalhadas de Vildemoinhos organizaram todo o seu cortejo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o. Veio ent\u00e3o a oportunidade de apresentarmos no cortejo um carro art\u00edstico com umas mem\u00f3rias vivas das tricanas. Sendo assim investigamos o traje, as m\u00fasicas e algumas pe\u00e7as originais que ainda existiam\u201d.<\/p><cite>Anabela Abreu<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Depois do festival continuaram com a ideia \u201cuma vez que o trabalho de investiga\u00e7\u00e3o estava feito e que Vildemoinhos tamb\u00e9m \u00e9 tem uma tradi\u00e7\u00e3o de folclore. N\u00f3s decidimos, porque n\u00e3o voltar a revitalizar o grupo? E ent\u00e3o nasceu no in\u00edcio de 2019, o que \u00e9 hoje o grupo etnogr\u00e1fico, mas cujo o nome s\u00f3 poderia ser As Tricanas de Vildemoinhos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Manter as tradi\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos principais objetivos na revitaliza\u00e7\u00e3o do grupo folcl\u00f3rico foi a continua\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es como forma de glorificar os feitos do antigo grupo. \u201cNo nosso grupo representa-se n\u00e3o s\u00f3 as Tricanas de Vildemoinhos, mas tamb\u00e9m todas as tradi\u00e7\u00f5es da aldeia.<strong> <\/strong>N\u00e3o representamos apenas as tricanas, mas tamb\u00e9m os moleiros, os padeiros, os cavaleiros, os agricultores, os trajes de Romaria e todas essas diversidades est\u00e1 representada neste grupo etnogr\u00e1fico\u201d, lembra Anabela Abreu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"893\" height=\"618\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8928\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2.png 893w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2-300x208.png 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2-768x531.png 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2-392x272.png 392w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas2-130x90.png 130w\" sizes=\"(max-width: 893px) 100vw, 893px\" \/><figcaption>As Tricanas de Vildemoinhos em 2019<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Confronto de gera\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente o grupo \u00e9 composto por\n45 elementos, mais 50 dan\u00e7arinos. As idades variam dos 18 anos aos 80 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Marta Toipa \u00e9 o membro mais novo das Tricanas de Vildemoinhos e trata o grupo como fam\u00edlia. \u201dPara mim ser membro do grupo \u00e9 muito bom. A minha av\u00f3 tamb\u00e9m foi tricana e eu tenho muito amor pela minha av\u00f3. Tendo ela um papel muito importante na minha vida e ela sempre quis muito que os netos participassem nestas atividades, \u00e9 bom estar aqui\u201d, recorda a estudante.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"554\" height=\"706\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8929\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas3.png 554w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas3-235x300.png 235w\" sizes=\"(max-width: 554px) 100vw, 554px\" \/><figcaption>Marta Toipa, 18 anos, estudante<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para a estudante, o rancho \u00e9 uma distra\u00e7\u00e3o. Os familiares de Marta Toipa s\u00e3o o seu maior apoio, mas os amigos consideram estranho o facto de ela andar no rancho. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201cOs meus familiares apoiam, at\u00e9 sabem as m\u00fasicas, &nbsp;quando estamos reunidos falamos \u00e0 cerca do grupo e est\u00e3o quase sempre presentes nas atua\u00e7\u00f5es. No que toca aos amigos eles acham isto muito estranho porque isto \u00e9 uma coisa para velhos, mas eu n\u00e3o ligo porque isto \u00e9 uma coisa que me faz feliz\u201d.<\/p><cite>Marta Toipa<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Marta sente que o rancho importante para a cultura viseense. \u201cQuanto mais n\u00f3s estivermos a fazer coisas para uma maior aposta cultural, melhor. \u00c9 claro que eu n\u00e3o me imaginava num rancho, mas \u00e9 diferente. As pessoas \u00e0s vezes podem achar que \u00e9 estranho ou antiquado, mas depois de estares aqui \u00e9 bom\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Maria Peres, reconhecida como D. Isabel, \u00e9 o membro mais velho das Tricanas de Vildemoinhos. Est\u00e1 reformada e sua grande paix\u00e3o \u00e9 cantar. \u201cSempre gostei de cantar, sou cantadeira. Canto no coro das igrejas e nas tricanas a dan\u00e7ar\u201d, conta a reformada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"579\" height=\"737\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8930\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas4.png 579w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas4-236x300.png 236w\" sizes=\"(max-width: 579px) 100vw, 579px\" \/><figcaption>Maria Peres, 80 anos, reformada<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O papel de D. Isabel no grupo folcl\u00f3rico \u00e9 cantar e dan\u00e7ar. Orgulha-se de fazer parte das Tricanas de Vildemoinhos e recorda o grupo antigo: \u201cJ\u00e1 estamos a ser conhecidas por muito lado. Embora haja muitos ranchos, mas o de Vildemoinhos \u00e9 muito antigo. Eu j\u00e1 existia na altura do grupo original, as minhas tias que participavam j\u00e1 morreram quase todas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A reformada mostra um enorme gosto no papel das Tricanas no munic\u00edpio de Viseu. \u201cO rancho \u00e9 uma forma de manter a tradi\u00e7\u00e3o antiga. O S. Jo\u00e3o \u00e9 muito bonito.\u201d, relata emocionada.<\/p>\n\n\n\n<p>Carla Abibe, uma das fundadoras das Tricanas de Vildemoinhos, considera que coordenar as v\u00e1rias faixas et\u00e1rias \u00e9 o trabalho mais dif\u00edcil no grupo de rancho folcl\u00f3rico. <\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p>\u201c\u00c9 das coisas mais dif\u00edceis. Por\u00e9m, aqui n\u00f3s estamos com pessoas com quem n\u00f3s lidamos na nossa aldeia desde pequeninas. A D. Isabel \u00e9 minha vizinha desde que eu me entendo por gente e ter de a mandar calar porque tem que nos ouvir \u00e9 complicado. Lidar com as 45 pessoas que est\u00e3o no grupo, sendo que cada uma delas tem a sua personalidade e com um entendimento de grupo diferente \u00e9 muito dif\u00edcil\u201d.<\/p><cite>Carla Abibe<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>La\u00e7os de Sangue<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os dois filhos de Carla Abibe s\u00e3o membros das Tricanas de Vildemoinhos. Jo\u00e3o Pipo \u00e9 um estudante de 22 anos e explica \u201ceu entrei para este grupo por causa da minha m\u00e3e e quando soube que ia entrar era s\u00f3 mesmo para fazer uma simples atua\u00e7\u00e3o no dia de S. Jo\u00e3o para apresentar na aldeia. Eu n\u00e3o sabia que ia ficar no grupo, mas comecei a ganhar gosto, as pessoas come\u00e7aram a dizer que tamb\u00e9m tinha jeito para isto, por isso juntei o \u00fatil ao agrad\u00e1vel e ajudo a minha m\u00e3e\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"545\" height=\"693\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-8931\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas5.png 545w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tricanas5-236x300.png 236w\" sizes=\"(max-width: 545px) 100vw, 545px\" \/><figcaption>Jo\u00e3o Pipo, 22 anos, estudante<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A fundadora do grupo confessa que foi dif\u00edcil a mudan\u00e7a da mentalidade para os dois rapazes. \u201cN\u00e3o foi f\u00e1cil porque tamb\u00e9m eles tinham a ideia que eu tinha\u00a0 \u00e0 um bom par de anos que era \u201cFolclore? Isso \u00e9 coisa para velhos\u201d. Mas gra\u00e7as a deus eu modifiquei-me e consegui modificar os meus filhos. Acredito que as certas alturas fossem\u00a0 desmotivados pelos colegas mas \u00e0 medida que chegaram ao ensaios foram vendo que isto era divertido. E \u00e9 divertido estar no mesmo lugar a dan\u00e7ar com a av\u00f3, com a m\u00e3e, com a tia e acho que foram mesmo os la\u00e7os de sangue\u201d, confessa Carla Abibe.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o estudante \u00e9 um orgulho ver a dedica\u00e7\u00e3o que a m\u00e3e p\u00f5e no grupo. \u201c\u00c9 engra\u00e7ado. Gosto que a minha m\u00e3e tenha gosto por isto porque a cultura em Portugal est\u00e1 a ficar cada vez mais apagada. O rancho j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o importante como era antigamente. Por isso acho bem, acho que a minha m\u00e3e est\u00e1 a fazer um papel importante em manter viva esta mem\u00f3ria que faz parte da nossa cultura\u201d, real\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Carla foi notando as diferen\u00e7as nos filhos e considera que ambos se sentem bem e orgulhosos por manter a atividade que j\u00e1 est\u00e1 h\u00e1 muito tempo viva na arvore genol\u00f3gica. \u201cEles sentiram-se importantes. Sentiram-se a parte integrante da fam\u00edlia que est\u00e1 a dar continuidade aquilo que a m\u00e3e gosta, que a av\u00f3 gosta, que a bisav\u00f3 gosta e foi o sangue que falou mais alto\u201d, anota.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Viseu apoia o folclore?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A C\u00e2mara Municipal de Viseu \u00e9 um dos grandes apoios para manter as atividades culturais \u201cvivas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Anabela Abreu conta que sente um enorme apoio da C\u00e2mara Municipal para com o grupo. \u201cN\u00f3s somos a prova que a c\u00e2mara d\u00e1 apoio a estas atividades culturais. As Tricanas sentem que podem contar com o apoio da c\u00e2mara, mas temos de fazer o nosso pr\u00f3prio caminho\u201d, conta agradecida.<\/p>\n\n\n\n<p>A fundadora relembra\u00a0 mais recentes apostas que a c\u00e2mara fez em rela\u00e7\u00e3o ao folclore. \u201cA C\u00e2mara Municipal de Viseu investiu no folclore no EUROPEADE, que fez com que o folclore voltasse \u00e0 moda. Construiu um programa da qual\u00a0 n\u00f3s tamb\u00e9m fomos agraciados por 2 anos, que \u00e9 o Programa Revitalizar e \u00e9 importante porque todas as institui\u00e7\u00f5es se podem candidatar. Apresentam o projeto e caso este seja interessante e cumprido h\u00e1 uma comparticipa\u00e7\u00e3o financeira\u201d, revela Anabela Abreu.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Objetivos e futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O futuro promete muitas novidades\npara as Tricanas de Vildemoinhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Carla Abibe confessa que o foco passa pela evolu\u00e7\u00e3o entre o grupo. \u201cAs Tricanas t\u00eam um ano de exist\u00eancia, T\u00eam um report\u00f3rio de 10 m\u00fasicas no total e o futuro vai ser a evolu\u00e7\u00e3o. Reconhecemos que podemos fazer melhor a representa\u00e7\u00e3o a Vildemoinhos\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3xima aposta ser\u00e1 num festival\ndedicado ao grupo folcl\u00f3rico. \u201cNum futuro pr\u00f3ximo, est\u00e1 no nosso horizonte\nfazer um primeiro festival das Tricanas de Vildemoinhos\u201d, revela Anabela com\norgulho. <\/p>\n\n\n\n<p>Na agenda a data est\u00e1 marcada para\ndia 20 de junho de 2020, apenas nos resta esperar para as surpresas que este\ngrupo nos vai preparar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O folclore \u00e9 visto como algo antigo e sem interesse, sobretudo pelas gera\u00e7\u00f5es mais novos. 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