{"id":8853,"date":"2020-02-11T10:41:57","date_gmt":"2020-02-11T10:41:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=8853"},"modified":"2020-02-11T10:42:02","modified_gmt":"2020-02-11T10:42:02","slug":"monte-habitado-viver-no-castro-de-santa-luzia-ha-3000-anos-e-a-nova-exposicao-do-museu-do-quartzo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=8853","title":{"rendered":"\u201cMonte habitado: viver no Castro de Santa Luzia h\u00e1 3000 anos\u201d \u00e9 a nova exposi\u00e7\u00e3o do Museu do Quartzo"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>Mostra apresenta pela primeira vez achados arqueol\u00f3gicos com quase 40 anos, em dep\u00f3sito no Polo Arqueol\u00f3gicos de Viseu, entre outras pe\u00e7as dos s\u00e9culos XI a VIII a.C.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Inaugurou domingo passado, 2 de fevereiro, uma nova exposi\u00e7\u00e3o no Museu do Quartzo \u2013 Centro de Interpreta\u00e7\u00e3o Prof. Galopim de Carvalho. \u201cMonte habitado: viver no Castro de Santa Luzia h\u00e1 3000 anos\u201d apresenta, atrav\u00e9s de objetos arqueol\u00f3gicos descobertos por grandes arque\u00f3logos e historiadores viseenses como Jo\u00e3o In\u00eas Vaz, Celso Tavares da Silva e Alberto Correia, o modo de vida da comunidade que viveu no Monte de Santa Luzia entre os s\u00e9culos XI e VIII a.C..<\/p>\n\n\n\n<p>Esses achados, guardados sem estudo ou valoriza\u00e7\u00e3o espec\u00edfica h\u00e1 quase 40 anos, est\u00e3o agora a ser objeto de divulga\u00e7\u00e3o, numa parceria entre o Polo Arqueol\u00f3gico de Viseu e o Museu do Quartzo.<\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o apresenta, ainda, objetos cedidos pelo Museu Nacional Gr\u00e3o Vasco, como um molde em pedra e um escopro de bronze, provenientes do Monte de Santa Luzia, assim como um machado de bronze, de proveni\u00eancia desconhecida, testemunhos da capacidade tecnol\u00f3gica das comunidades deste per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsta exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma viagem com 3000 anos e levanta o v\u00e9u sobre uma das mais antigas e importantes ocupa\u00e7\u00f5es humanas em Viseu. \u00c9 tamb\u00e9m um pretexto para uma redescoberta da hist\u00f3ria e do valor paisag\u00edstico e natural singular do Monte de Santa Luzia\u201d, apontou o vereador da Cultura e Patrim\u00f3nio da C\u00e2mara Municipal de Viseu, Jorge Sobrado, no momento da inaugura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As pe\u00e7as patentes nesta nova mostra s\u00e3o representativas do per\u00edodo de tempo em que o Monte de Santa Luzia foi ocupado por uma comunidade que j\u00e1 dominava a tecnologia da metalurgia do bronze e que ali implantou a sua aldeia, rodeada por uma muralha.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre outras curiosidades, \u201cMonte habitado: viver no Castro de Santa Luzia h\u00e1 3000 anos\u201d mostra-nos, em detalhe, as t\u00e9cnicas utilizadas para produzir e trabalhar o bronze e para decorar um tipo de cer\u00e2mica caracter\u00edstico desta \u00e9poca, que ficou conhecida como \u201cCer\u00e2mica de Bai\u00f5es\/Santa Luzia\u201d, em alus\u00e3o aos dois locais onde foi descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos primeiros 3 dias, a exposi\u00e7\u00e3o j\u00e1 recebeu cerca de 350 visitantes. Estar\u00e1 patente pelo menos at\u00e9 fevereiro de 2021 e a entrada \u00e9 gratuita.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mostra apresenta pela primeira vez achados arqueol\u00f3gicos com quase 40 anos, em dep\u00f3sito no Polo Arqueol\u00f3gicos de Viseu, entre outras<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":8854,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[15],"tags":[1417,1869],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8853"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8853"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8853\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8855,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8853\/revisions\/8855"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8854"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}