{"id":760,"date":"2016-07-07T16:49:12","date_gmt":"2016-07-07T16:49:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=760"},"modified":"2016-07-07T16:49:12","modified_gmt":"2016-07-07T16:49:12","slug":"partilhar-de-nos-com-o-outro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=760","title":{"rendered":"Partilhar de n\u00f3s com o outro"},"content":{"rendered":"<p><em>Voluntariado. Conjunto de a\u00e7\u00f5es de interesse social e comunit\u00e1rio realizadas de forma desinteressada por pessoas, no \u00e2mbito de projetos, programas e outras formas de interven\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o dos indiv\u00edduos, das fam\u00edlias e da comunidade desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades p\u00fablicas ou privadas. A defini\u00e7\u00e3o consta da Lei n.\u00ba 71\/98, de 3 de Novembro. Mas, afinal, quais as motiva\u00e7\u00f5es que levam algu\u00e9m a tornar-se volunt\u00e1rio?<\/em><\/p>\n<p>C\u00e1tia Figueiredo, educadora social, e volunt\u00e1ria no Banco Alimentar Contra a Fome, considera que um volunt\u00e1rio \u00e9 &#8221; algu\u00e9m que cede parte do seu tempo em prol do melhoramento das necessidades de outros e\/ou das comunidades&#8221;.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-761\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol1-184x300.jpg\" alt=\"vol1\" width=\"184\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol1-184x300.jpg 184w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol1.jpg 308w\" sizes=\"(max-width: 184px) 100vw, 184px\" \/><br \/>\nPara a jovem educadora, &#8220;a alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 um bem essencial para todos, contudo devido a v\u00e1rios fatores, infelizmente nem toda a gente tem possibilidade de ter um despensa cheia&#8221; e o &#8220;banco alimentar ajuda a que bens essenciais cheguem a quem mais precisa. \u00c9 um aux\u00edlio para que m\u00e3es consigam colocar comida na mesa dos seus filhos. E \u00e9 a pensar nas fam\u00edlias carenciadas e nos idosos sem possibilidades ou com reformas muito baixas&#8221; que as a\u00e7\u00f5es de voluntariado do Banco Alimentar s\u00e3o para C\u00e1tia uma ajuda de grande valor e que como educadora social j\u00e1 presenciou &#8220;alguns casos reais e a vontade de ajudar e de ceder&#8221; parte do seu tempo a fazer voluntariado ajudou-a &#8220;a crescer e evoluir enquanto pessoa e como profissional&#8221;. A experi\u00eancia da jovem nas iniciativas do Banco Alimentar correram de forma cordial e foram muito recompensadoras, segundo a jovem que considerou ser muito &#8220;gratificante receber um saco de algu\u00e9m ap\u00f3s as suas compras com um bem, alimentar, que servir\u00e1 para ajudar o outro. O esp\u00edrito de entreajuda que se presencia nestes dias faz acreditar que s\u00e3o estas a\u00e7\u00f5es que nos levam a um mundo melhor onde a maioria gosta de ajudar o pr\u00f3ximo independente das suas necessidades&#8221;.<\/p>\n<p>As campanhas concretizadas pelos Bancos Alimentares Contra a Fome s\u00e3o muito variadas e t\u00eam como principal finalidade recolher alimentos e outros bens para pessoas e institui\u00e7\u00f5es carenciadas. No fundo, tudo se prende com a miss\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es que procuram diariamente arranjar forma de combater o desperd\u00edcio alimentar procurando assegurar alimenta\u00e7\u00e3o aos que mais precisam, de forma gratuita.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-762\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol2-300x225.jpg\" alt=\"vol2\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol2-300x225.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol2.jpg 605w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>O Banco Alimentar d\u00e1 apoio a v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es e fam\u00edlias, tendo estas de comprovar que n\u00e3o t\u00eam possibilidades financeiras. Para o efeito, esta iniciativa recolhe e distribui toneladas de produtos alimentares durante todo o ano. De acordo com os dados dispon\u00edveis na p\u00e1gina da Internet desta institui\u00e7\u00e3o sabe-se que a distribui\u00e7\u00e3o dos mesmos abrange j\u00e1 \u201cmais de 390.000 pessoas\u201d.<\/p>\n<p>Em Viseu, o protocolo para a cria\u00e7\u00e3o desta associa\u00e7\u00e3o na cidade foi assinado em setembro de 2009, quando a Presidente da Federa\u00e7\u00e3o Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, aprovou que a Associa\u00e7\u00e3o Para a Ajuda Solid\u00e1ria de Viseu se tornasse no Banco Alimentar Contra a Fome de Viseu.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-763\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol3.jpg\" alt=\"vol3\" width=\"274\" height=\"206\" \/><\/p>\n<p>Andreia Almeida integra o Banco Alimentar e \u00e9 estudante do 3.\u00ba ano no curso de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas Laboratoriais, na Escola Superior de Tecnologia da Sa\u00fade de Coimbra. A sua primeira vez como volunt\u00e1ria foi \u201cum pouco \u00e0s escuras\u201d, uma vez que \u201cn\u00e3o sabia como devia agir, o que fazer\u201d, de que maneira dirigir-se \u00e0s pessoas, acrescentando ainda n\u00e3o saber como \u00e9 que se iria sentir e se se identificaria \u201ccom o ser volunt\u00e1ria\u201d. \u201cO facto de estarmos realmente a ajudar quem mais precisa faz com que o voluntariado seja um processo natural e completamente espont\u00e2neo. O sentimento que se tem ao fazer voluntariado n\u00e3o \u00e9 explic\u00e1vel, apenas faz sentido\u201d exclamou por fim a jovem.<\/p>\n<p><strong>\u201cDias mais enternecedores\u201d<\/strong><br \/>\nA Associa\u00e7\u00e3o das Aldeias de Crian\u00e7as SOS \u00e9 uma corpora\u00e7\u00e3o a n\u00edvel nacional e internacional. Os estatutos desta associa\u00e7\u00e3o, em Portugal foram aprovados em 1964, no dia 25 de mar\u00e7o. Este projeto conta com a exist\u00eancia de 533 Aldeias de Crian\u00e7as SOS por todo o mundo.<\/p>\n<p>Em Portugal, as Aldeias de Crian\u00e7as est\u00e3o localizadas na Guarda, em Vila Nova de Gaia e em S. Jo\u00e3o do Estoril. Contudo, contam ainda com a ajuda de um Centro Juvenil em Rio Maior e com o Programa de Fortalecimento Familiar em Cascais.<\/p>\n<p>Segundo o site da institui\u00e7\u00e3o, a principal miss\u00e3o desta associa\u00e7\u00e3o \u00e9 apoiar crian\u00e7as desamparadas procurando incorporar as mesmas num ambiente familiar. Esta associa\u00e7\u00e3o existe j\u00e1 em 133 pa\u00edses, onde as pessoas envolvidas nesta iniciativa acompanham \u201ccrian\u00e7as e jovens que se encontram em situa\u00e7\u00e3o vulner\u00e1vel, com o objetivo de promover o seu pleno desenvolvimento e autonomia, atrav\u00e9s do acolhimento, preven\u00e7\u00e3o e do fortalecimento das suas redes familiares e sociais\u201d de acordo com a p\u00e1gina oficial da associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-764\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol4-300x225.jpg\" alt=\"vol4\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol4-300x225.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol4.jpg 644w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Joana Martins, uma jovem viseense de 17 anos e a concluir o 12.\u00ba ano, decidiu ajudar esta causa e realizou voluntariado na Aldeia de Crian\u00e7as SOS na Guarda em 2015. Numa pequena entrevista a jovem contou a \u201cexperi\u00eancia fant\u00e1stica \u201d que foi ser volunt\u00e1ria nesta institui\u00e7\u00e3o e que se concretizou num \u201ccurto per\u00edodo de tempo e na \u00e9poca de Natal o que tornou aqueles dias mais enternecedores\u201d.<\/p>\n<p>Questionada sobre o que \u00e9 a que a levou a fazer voluntariado, tanto no Banco Alimentar Contra a Fome, como nas Aldeias de Crian\u00e7as, Joana afirmou que quando o fez pela primeira vez, no Banco Alimentar, isso deve-se \u00e0 iniciativa de amigos que eram volunt\u00e1rios. \u201cVoltavam sempre com um ar de satisfa\u00e7\u00e3o e a afirmar que era uma experi\u00eancia muito boa\u201d, recorda a jovem, acrescentando\u00a0que aquilo que movia os amigos e que passou a mov\u00ea-la tamb\u00e9m foi o facto de saber que estavam \u201ca fazer alguma coisa que pode ajudar os outros e que de n\u00f3s pede apenas um ligeiro esfor\u00e7o\u201d.<\/p>\n<p>Ao chegar \u00e0 Aldeia SOS, a jovem foi invadida por \u201cum misto de sentimentos\u201d. Ansiedade, receio, ang\u00fastia, nervosismo. \u201cO desconhecido com o qual me deparava deixou-me sem saber muito bem por onde come\u00e7ar e o que fazer, mas com o aparecimento das crian\u00e7as, com o in\u00edcio do desenvolvimento de uma rela\u00e7\u00e3o de amizade mas ao mesmo tempo respeito e incerteza, com elas as coisas foram-se tornando mais f\u00e1ceis e o modo como pass\u00e1mos a reagir \u00e0s suas interven\u00e7\u00f5es foi-se tornando cada vez mais natural\u201d, recorda Joana Martins.<\/p>\n<p>Contou ainda que \u201ca forma como as crian\u00e7as falavam das suas hist\u00f3rias de vida dif\u00edceis\u201d marcou-a e quando se veio embora. \u201cPosso dizer que vim com o cora\u00e7\u00e3o cheio, com o sentimento de dever cumprido, a pensar que contribu\u00ed para facilitar e tornar um pouco mais felizes os dias daqueles meninos e meninas\u201d, sustenta. De acordo com Joana, a experi\u00eancia consistiu na realiza\u00e7\u00e3o de \u201cv\u00e1rias atividades com as crian\u00e7as. Desde din\u00e2micas para nos conhecermos, jogos tradicionais, atividades que elas pr\u00f3prias sugeriam, \u00e0 reabilita\u00e7\u00e3o de algumas das salas daquelas instala\u00e7\u00f5es em que as pr\u00f3prias crian\u00e7as se prontificaram a ajudar\u201d.<\/p>\n<p>Para In\u00eas Almeida, estudante do 2.\u00ba ano de Fisioterapia em Viseu, ser volunt\u00e1rio \u00e9 uma \u201cdas experi\u00eancias mais enriquecedoras para o ser humano\u201d. Como volunt\u00e1ria, durante alguns dias nas Aldeias SOS na Guarda, a jovem contou que foi uma \u201cprova muito especial e tocante\u201d afirmando ainda que \u201cmagoa pensar como \u00e9 que se pode magoar e desiludir seres t\u00e3o pequeninos e puros como s\u00e3o as crian\u00e7as\u201d, questionando-se com o facto de ouvir \u201chist\u00f3rias de adultos da boca de crian\u00e7as\u201d. A futura fisioterapeuta ressalvou ainda que todas as crian\u00e7as com quem ela tinha contactado tinham \u201cuma hist\u00f3ria para contar e cada uma acrescentou algo de positivo\u201d. A jovem recorda-se de no momento da despedida as crian\u00e7as tamb\u00e9m quererem ir com ela considerando a experi\u00eancia muito gratificante, rematando que ser\u00e1 \u201cuma experi\u00eancia a repetir sem d\u00favida nenhuma\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-765\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol5-300x192.jpg\" alt=\"vol5\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol5-300x192.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol5.jpg 498w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cRenascer P`ra Esperan\u00e7a\u201d<\/strong><br \/>\nAlice Santos, psic\u00f3loga a residir na cidade de Viseu, vai ingressar este ano numa nova aventura. Prepara-se para partir em miss\u00e3o para Mo\u00e7ambique para fazer voluntariado durante um ano, onde promover\u00e1 atividades para ajudar pessoas que vivem com car\u00eancias. \u201cDesde muito nova sinto que o voluntariado faz parte daquilo que quero ser. Sempre pude encontrar nas v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es de voluntariado que fiz o retorno de um preenchimento indescrit\u00edvel. Sinto-me mais rica quando partilho o meu tempo e compet\u00eancias com os outros e por isso a decis\u00e3o de partir al\u00e9m-fronteiras n\u00e3o foi dif\u00edcil de tomar\u201d, relata a jovem. Para Alice o dif\u00edcil foi mesmo esperar pelo tempo certo de partir. \u201cSinto ser agora\u201d, declarou a psic\u00f3loga, acrescentando ainda que considera que o ano que passar\u00e1 a fazer voluntariado ser\u00e1 \u201cum ano de aprendizagem pessoal e certamente um tempo de flexibilizar perspetivas\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-766\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol6-156x300.jpg\" alt=\"vol6\" width=\"156\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol6-156x300.jpg 156w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/vol6.jpg 323w\" sizes=\"(max-width: 156px) 100vw, 156px\" \/><\/p>\n<p>O projeto \u201cRenascer P`ra Esperan\u00e7a\u201d resulta de uma experi\u00eancia da miss\u00e3o Ad`Gentes da JMV de Portugal. O desafio nasceu na localidade de Chirrundzo, num Centro de Promo\u00e7\u00e3o Social.\u00a0O programa procura cooperar para o crescimento e desenvolvimento de Mo\u00e7ambique conhecido como um pa\u00eds com graves problemas a n\u00edvel financeiro e com car\u00eancias em v\u00e1rios setores.<\/p>\n<p>Cinco portugueses v\u00e3o embarcar nesta \u201caventura\u201d que come\u00e7a efetivamente a setembro de 2016 e termina em agosto de 2017. O Centro que acolher\u00e1 os volunt\u00e1rios, hoje em dia dirigido pelo Padre Inoc\u00eancio Sipoia, tem procurado desenvolver um programa de ajuda ao desenvolvimento daquela comunidade, nomeadamente atrav\u00e9s do apoio prestado a crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s. Os volunt\u00e1rios deste projeto t\u00eam correntemente sess\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por Portugal inteiro e pelo mundo fora existem in\u00fameras associa\u00e7\u00f5es e projetos para fazer voluntariado. \u201cBasta dispensar algum tempo a ajudar o outro, a fazer com que pessoas desfavorecidas e com poucas ou nenhumas condi\u00e7\u00f5es de habitabilidade consigam ter alimentos essenciais \u00e0 sa\u00fade\u00a0e para isso basta ser volunt\u00e1rio(a). Implica apenas ceder parte do nosso tempo a realizar a\u00e7\u00f5es que contribuem para a felicidade de outras pessoas mas tamb\u00e9m para o crescimento pessoal e social de quem faz voluntariado, porque as miss\u00f5es efetuadas deixam uma marca profunda nas nossas vidas. Saber que estamos a ajudar algu\u00e9m, que vamos conseguir colocar um sorriso numa crian\u00e7a, num idoso, que vamos contribuir para uma sociedade mais justa e igual, a experi\u00eancia de contactar com outras pessoas, sentirmo-nos \u00fateis e o simples facto de ajudar e n\u00e3o esperar nada em troca s\u00e3o algumas motiva\u00e7\u00f5es para fazer voluntariado\u201d, conclui C\u00e1tia Figueiredo.<br \/>\n<strong>M\u00f3nica Figueiredo<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voluntariado. 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