{"id":7381,"date":"2019-06-25T13:08:40","date_gmt":"2019-06-25T13:08:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=7381"},"modified":"2019-06-25T13:08:40","modified_gmt":"2019-06-25T13:08:40","slug":"peregrinacao-a-fatima-um-sacrificio-com-retorno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=7381","title":{"rendered":"Peregrina\u00e7\u00e3o a F\u00e1tima &#8211; Um sacrif\u00edcio com retorno"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Promessas, gosto pessoal, camaradagem, solidariedade, s\u00e3o algumas das raz\u00f5es que movem milh\u00f5es ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. Nem as dores nas pernas, bolhas nos p\u00e9s, cansa\u00e7o, horas mal dormidas afastam aqueles que caminham centenas de quil\u00f3metros com o t\u00edpico colete amarelo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Por\u00a0Alice Santos, C\u00e9sar Silva, Marlene Moreira e Patr\u00edcia Brand\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Podia ser o filme \u201c<a href=\"https:\/\/cinecartaz.publico.pt\/filme\/fatima-371710\">F\u00e1tima<\/a>\u201d, mas n\u00e3o \u00e9. Podia ser a atriz Rita Blanco, mas n\u00e3o \u00e9. \u00c9 Teresa Bela, peregrina desde 2012. A primeira pergunta bastou para revelar as emo\u00e7\u00f5es que a viseense sente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 peregrina\u00e7\u00e3o. A voz embargada n\u00e3o engana. A peregrina\u00e7\u00e3o \u00e9 mais do que uma simples caminhada com um destino comum.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7387\" aria-describedby=\"caption-attachment-7387\" style=\"width: 720px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7387\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_1.jpg\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_1.jpg 720w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7387\" class=\"wp-caption-text\">Teresa Bela, peregrina desde 2012<\/figcaption><\/figure>\n<p>Um grave acidente do irm\u00e3o, quando Teresa tinha 22 anos, foi o motivo que a colocou na estrada. <strong>\u201cPensei em Nossa Senhora de F\u00e1tima, e numa ida ao santu\u00e1rio, mas nunca prometi fazer o caminho a p\u00e9\u201d<\/strong>, revela. Apesar de nunca ter prometido, Teresa sentiu-se em falta perante aquilo que lhe tinha sucedido e, aos 55 anos, ganhou coragem de embarcar nesta jornada. O principal motivo desta espera de 33 anos foi o medo do sacrif\u00edcio que iria ter de fazer:<strong> \u201cDepois dessa altura nunca tive coragem, por causa do sacrif\u00edcio das pessoas, e eu pensava que nunca conseguiria ir a p\u00e9 a F\u00e1tima\u201d<\/strong>. Gostou tanto da experi\u00eancia que decidiu repetir.<\/p>\n<div class=\"fitvids-video\"><iframe loading=\"lazy\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/E-rdDqimOsc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>Adepta de caminhadas, Teresa admite n\u00e3o ter tido grande prepara\u00e7\u00e3o para a peregrina\u00e7\u00e3o e que as caminhadas que faz esporadicamente ao longo dos anos facilitaram esta jornada.<\/p>\n<p>Em 2012, quando fez a peregrina\u00e7\u00e3o pela primeira vez, um dos fatores que a motivou foi a ideia de acompanhar um grupo. <strong>\u201cGosto de ir em grupo e tem muitas vantagens, tanto pelo esp\u00edrito de solidariedade, de camaradagem que h\u00e1. Sozinha nunca iria ter as viv\u00eancias que tenho em grupo\u201d,<\/strong> assume. Apesar de ser s\u00f3 em maio que come\u00e7a a aventura, \u00e9 em janeiro que o grupo se come\u00e7a a contactar. As principais preocupa\u00e7\u00f5es s\u00e3o a marca\u00e7\u00e3o de hot\u00e9is e s\u00edtios a permanecer durante a caminhada.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7386\" aria-describedby=\"caption-attachment-7386\" style=\"width: 925px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7386\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_2.jpg\" alt=\"\" width=\"925\" height=\"520\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_2.jpg 925w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_2-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 925px) 100vw, 925px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7386\" class=\"wp-caption-text\">Teresa com o grupo a acompanhou nesta aventura<\/figcaption><\/figure>\n<p>Como o grupo \u00e9 constitu\u00eddo por pessoas com mais idade, s\u00e3o tr\u00eas as etapas feitas durante a peregrina\u00e7\u00e3o. A viagem come\u00e7a em Viseu e acaba em Tondela. No dia seguinte, continuam at\u00e9 Santa Comba D\u00e3o. No terceiro dia, o grupo segue de Santa Comba D\u00e3o at\u00e9 Mort\u00e1gua, seguindo-se uma viagem de quatro dias at\u00e9 F\u00e1tima.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7385\" aria-describedby=\"caption-attachment-7385\" style=\"width: 847px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7385\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_3.jpg\" alt=\"\" width=\"847\" height=\"722\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_3.jpg 847w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_3-300x256.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_3-768x655.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7385\" class=\"wp-caption-text\">Trajeto feito pelo grupo de Teresa Bela<\/figcaption><\/figure>\n<p>Esta longa viagem torna-se mais f\u00e1cil com a ajuda de carrinhas de apoio, que s\u00e3o respons\u00e1veis por transportar as bagagens e os bens essenciais do grupo.<\/p>\n<p>S\u00e3o tamb\u00e9m precisos momentos de descontra\u00e7\u00e3o para fugir ao desagasto psicol\u00f3gico da caminhada. Para Teresa Bela, os momentos mais caricatos da viagem s\u00e3o quando o grupo se junta <strong>\u201cno monte a comer uma bifana e cerveja de madrugada, ou quando durante as caminhadas o grupo se junta a cantar para desanuviar\u201d<\/strong>.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7388\" aria-describedby=\"caption-attachment-7388\" style=\"width: 925px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7388\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_4.jpg\" alt=\"\" width=\"925\" height=\"694\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_4.jpg 925w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_4-300x225.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_4-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 925px) 100vw, 925px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7388\" class=\"wp-caption-text\">Um dos momentos descontra\u00eddos vivido pelo grupo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Teresa admite que, apesar de todos os aspetos positivos da peregrina\u00e7\u00e3o, existem outros perigos. \u201cA estrada \u00e9 perigosa, principalmente a partir de Coimbra, onde j\u00e1 se v\u00ea muita gente, e acaba por ser mais perigoso, porque h\u00e1 s\u00edtios onde temos de passar for\u00e7osamente por estrada. H\u00e1 um tro\u00e7o entre Condeixa e Pombal que \u00e9 perigos\u00edssimo, no IC2. Nos \u00faltimos anos h\u00e1 um grande apoio da GNR, cortam uma faixa de tr\u00e2nsito e est\u00e3o em vigia constante\u201d, explica. <span style=\"font-size: 13.5pt; font-family: 'Arial',sans-serif; color: black;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A dor e o cansa\u00e7o passam para segundo plano quando os peregrinos chegam ao destino. \u201cVamos ao Santu\u00e1rio, \u00e0 capelinha das apari\u00e7\u00f5es para agradecer o estarmos ali o conseguirmos ter feito a viagem sem transtornos como tem acontecido quase todos os anos com a maioria das pessoas\u201d, explica orgulhosamente Teresa. Um dos aspetos que mais admira a peregrina \u00e9 esquecimento do cansa\u00e7o ao chegarem no destino comum, onde \u201ca possibilidade de uma viagem de volta \u00e9 uma realidade\u201d, explica, com humor.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7389\" aria-describedby=\"caption-attachment-7389\" style=\"width: 576px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7389\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_5.jpg\" alt=\"\" width=\"576\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_5.jpg 576w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_5-180x300.jpg 180w\" sizes=\"(max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7389\" class=\"wp-caption-text\">Um dos momentos onde o cansa\u00e7o \u00e9 esquecido<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fome. Foi a principal raz\u00e3o que levou Otilina Santos a juntar-se a milh\u00f5es de peregrinos. A aveirense, que deixou de fazer a peregrina\u00e7\u00e3o h\u00e1 20 anos por causa do avan\u00e7o da idade, revela que a principal preocupa\u00e7\u00e3o antes da viagem \u201cera fazer o saco com alguma comida e escolher os sapatos\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_7390\" aria-describedby=\"caption-attachment-7390\" style=\"width: 1110px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7390\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_6.jpg\" alt=\"\" width=\"1110\" height=\"1483\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_6.jpg 1110w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_6-225x300.jpg 225w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_6-768x1026.jpg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/imagem_6-766x1024.jpg 766w\" sizes=\"(max-width: 1110px) 100vw, 1110px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7390\" class=\"wp-caption-text\">Otilina Santos, peregrina durante 15 anos<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na primeira ida a F\u00e1tima, Otilina assume, ainda recordando a dor, que ter levado meias el\u00e1sticas foi o motivo de um dos piores momentos dessa aventura. <strong>\u201cN\u00e3o devia ter levado, havia grupos que passavam por n\u00f3s, e eu a chorar, as l\u00e1grimas ca\u00edam-me com tanta dor. Pedi mesmo \u00e0 Nossa Senhora que me deixasse ir a F\u00e1tima muitas e muitas vezes, mas a p\u00e9 nunca mais\u201d<\/strong>, revela angustiada.<\/p>\n<p>O trajeto do grupo de Otilina, que demorava tr\u00eas dias, come\u00e7ava em Matadu\u00e7os, Aveiro, de onde estes peregrinos saiam \u00e0s quatro da manh\u00e3. A primeira paragem do grupo era feita em Vagos para tomar o pequeno almo\u00e7o. \u201cPara mim era sempre um gal\u00e3o e uma bola de Berlim\u201d, recorda.<\/p>\n<p>Para a aveirense, os perigos tamb\u00e9m s\u00e3o uma realidade na peregrina\u00e7\u00e3o potenciada pelos caminhos perigosos. <strong>\u201cNunca ningu\u00e9m se meteu connosco, correu tudo sempre bem. Mas houve at\u00e9 quem morresse, num grupo de Aveiro\u201d<\/strong>, desabafa com tristeza, admitindo que j\u00e1 teve conhecimento de uma morte local.<\/p>\n<p>Riso. Choro. Uma esp\u00e9cie de mistura de emo\u00e7\u00f5es retratava o grupo ao chegar \u00e0 Cruz Alta. \u201cJunt\u00e1vamo-nos todas e come\u00e7\u00e1vamos a rezar o ter\u00e7o at\u00e9 \u00e0 Nossa Senhora. Cheg\u00e1vamos l\u00e1 abaixo e acab\u00e1vamos de rezar, uns choravam outros riam\u201d, relembra a peregrina.<\/p>\n<p>Todo o esfor\u00e7o e determina\u00e7\u00e3o para suportar as horas de sofrimento, dor e cansa\u00e7o durante a longa viagem valeu a pena tanto para Teresa como para Otilina. Apesar de irem por motivos diferentes, o sentimento de dever cumprido \u00e9 o mesmo no fim desta jornada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas duas peregrinas s\u00e3o milh\u00f5es os que caminham at\u00e9 F\u00e1tima. E, este ano, n\u00e3o \u00e9 diferente. Peregrinos de todas as idades e cren\u00e7as ir\u00e3o iniciar ou terminar a sua caminhada. A partir de um de maio, sofrimento, dor e cansa\u00e7o ser\u00e1 a realidade que as estradas portuguesas ir\u00e3o retratar at\u00e9 F\u00e1tima. E assim muitas mais hist\u00f3rias poder\u00e3o ser retratadas.<\/p>\n<p>Para conhecer melhor a hist\u00f3ria da Peregrina\u00e7\u00e3o a F\u00e1tima, veja as seguintes <a href=\"https:\/\/www.playbuzz.com\/item\/82d5b2c9-4777-444a-bfd5-bcc549e78706?fbclid=IwAR1tutfxxvk_g5f1zXM8x30X1NTLnyJ-SwJGIjIdO9K98qrS3Scb-4JTAVc\">Curiosidades<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Promessas, gosto pessoal, camaradagem, solidariedade, s\u00e3o algumas das raz\u00f5es que movem milh\u00f5es ao Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. 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