{"id":727,"date":"2016-06-30T15:22:46","date_gmt":"2016-06-30T15:22:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=727"},"modified":"2016-06-30T15:22:46","modified_gmt":"2016-06-30T15:22:46","slug":"o-despovoamento-do-interior-tera-uma-solucao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=727","title":{"rendered":"O despovoamento do interior ter\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<p>O interior do pa\u00eds \u00e9 caracterizado pelas largas plan\u00edcies cultivadas, pela vasta quantidade de montanhas e pela popula\u00e7\u00e3o envelhecida. As zonas rurais do interior encontram-se cada vez mais afastadas dos eixos em desenvolvimento ou dos centros urbanos com dinamismo suficiente e continuam a apresentar uma grande tend\u00eancia de fuga dos seus habitantes em dire\u00e7\u00e3o ao litoral.<\/p>\n<p>Segundo os dados estat\u00edsticos, a popula\u00e7\u00e3o do interior do pa\u00eds tem vindo a diminuir com o passar do tempo. O concelho de Oliveira do Hospital n\u00e3o escapa a esta dura realidade. Segundo o portal de dados estat\u00edsticos Pordata, a popula\u00e7\u00e3o deste concelho diminuiu o n\u00famero m\u00e9dio de indiv\u00edduos, por quil\u00f3metro quadrado, de 94,1, em 2001, para 86,1, em 2014. Trata-se de\u00a0uma perda significativa.<\/p>\n<p>Segundo os \u00faltimos dados, o interior do pa\u00eds apresenta um cen\u00e1rio, na generalidade, de uma popula\u00e7\u00e3o envelhecida, um decr\u00e9scimo da natalidade, uma perda significativa dos jovens e, por consequ\u00eancia, uma insufici\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o ativa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-728\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao1-300x224.jpg\" alt=\"giao1\" width=\"300\" height=\"224\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao1-300x224.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao1.jpg 590w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h6>Aldeia de S\u00e3o Gi\u00e3o<\/h6>\n<p><strong>\u201cA aldeia est\u00e1 a perder cada vez mais jovens\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Luciano Marques Correia, presidente da Junta de Freguesia de S\u00e3o Gi\u00e3o, uma aldeia pertencente ao conselho de Oliveira do Hospital, situada no interior do pa\u00eds, assumiu que a aldeia est\u00e1 a perder jovens de dia para dia. O presidente afirmou que \u00e9 muito complicado ser presidente de junta de uma aldeia, porque por mais coisas que se fa\u00e7am nunca ningu\u00e9m est\u00e1 contente. A aldeia continuar\u00e1 a ser independente sem aderir \u00e0 uni\u00e3o de freguesias, \u201cpelo menos ningu\u00e9m pensa nisso\u201d, mas est\u00e1 a perder jovens lentamente, \u201cas percentagens n\u00e3o baixam drasticamente, mas baixam\u201d. De acordo com o autarca, de vez em quando aparecem jovens novos na aldeia, que n\u00e3o se conhece o paradeiro, fazem 18 anos e aparecem no recenseamento.<\/p>\n<p>A aldeia do interior do pa\u00eds apresenta um cen\u00e1rio um pouco preocupante. Segundo o presidente da junta, n\u00e3o nascem beb\u00e9s, a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 cada vez mais envelhecida e est\u00e1 a perder popula\u00e7\u00e3o para outras zonas devido \u00e0 falta de m\u00e3o-de-obra. \u201cAs pessoas v\u00e3o para onde encontram o melhor para o seu futuro, primeiro come\u00e7am a ir e a voltar at\u00e9 que, um dia, ficam por l\u00e1\u201d, disse Luciano Correia.<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio, atualmente reformado, considera que existe uma grande diferen\u00e7a entre ser presidente de junta e ser presidente de uma C\u00e2mara Municipal. Na C\u00e2mara Municipal tudo est\u00e1 mais \u00e0 m\u00e3o e \u00e9 mais f\u00e1cil trabalhar, \u201cporque eles t\u00eam mais meios que n\u00f3s\u201d, disse, \u201cmas a press\u00e3o de trabalho \u00e9 muito maior\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p><strong>\u201cO munic\u00edpio tamb\u00e9m n\u00e3o incentiva o interior\u201d<\/strong><\/p>\n<p>In\u00eas Figueiredo, uma jovem da aldeia do interior do pa\u00eds, considera que se tem de desenvolver os pontos menos desenvolvidos. A jovem, estudante de Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o na Universidade de Coimbra, considera que viver no interior do pa\u00eds \u00e9 viver com uma popula\u00e7\u00e3o envelhecida, \u00e9 ter poucas acessibilidades, poucos servi\u00e7os e poucas ofertas. In\u00eas afirma que o interior n\u00e3o possui muita din\u00e2mica nas pessoas. Embora exista muita uni\u00e3o, n\u00e3o existe muita motiva\u00e7\u00e3o, o que acaba por se refletir na evolu\u00e7\u00e3o da zona.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-729\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao2-300x231.jpg\" alt=\"giao2\" width=\"300\" height=\"231\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao2-300x231.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao2.jpg 720w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h6>In\u00eas Figueiredo<\/h6>\n<p>A jovem pretende continuar a viver no interior do pa\u00eds, mas numa cidade. Afirma que n\u00e3o lhe vai custar deixar a aldeia, porque gosta da aldeia apenas para passar o tempo esporadicamente e n\u00e3o para viver.<\/p>\n<p>\u201cNa minha opini\u00e3o o interior do pa\u00eds ao n\u00edvel da qualidade de vida \u00e9 uma zona excelente, tem ar puro, muita natureza, consegue at\u00e9 de certa forma tranquilizar-nos, nas grandes cidades, isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel como \u00e9 uma loucura, uma completa correria de carros, pessoas\u2026\u201d, disse, mas em contrapartida a esta afirma\u00e7\u00e3o a jovem declarou que n\u00e3o existem ofertas como na cidade, se n\u00e3o os habitantes n\u00e3o teriam a necessidade de se deslocar para o litoral.<\/p>\n<p>A estudante do interior do pa\u00eds apontou ainda algumas coisas que se podem fazer para desenvolver as zonas mais mortas, \u201ctrazer mais servi\u00e7os, criar mais emprego, no fundo criar mais ofertas para os jovens que c\u00e1 est\u00e3o e para aqueles que podem vir para c\u00e1\u201d, deu a jovem estes exemplos.<\/p>\n<p>\u201cO que se pode fazer para trazer melhorias para o concelho \u00e9 batalhar com o governo\u201d. O Presidente da Junta de S\u00e3o Gi\u00e3o considera que as freguesias t\u00eam de batalhar para que saiam verbas do governo ou da Comunidade Europeia para melhorar os pontos que est\u00e3o menos desenvolvidos. Segundo o presidente da junta, deveriam melhorar-se as acessibilidades para o interior, acabando o IC6, por exemplo, trazer mais m\u00e9dicos, pelo menos um n\u00famero que chegue para servir toda a gente que viva no concelho, e criar mais postos de trabalho, no fundo mais empresas que garantam a sustentabilidade.<\/p>\n<p>Luciano Correia afirmou, com alguma tristeza, que a \u00fanica empresa que se localizava na aldeia alterou a sua localiza\u00e7\u00e3o para uma cidade onde t\u00eam mais acessibilidades e onde chega mais depressa um pesado com mat\u00e9rias-primas para descarregar.<\/p>\n<p>O presidente revelou ainda que a aldeia tem vindo a melhorar, pelo menos em termos de sa\u00fade. Todos os meses a aldeia recebe uma unidade m\u00f3vel de sa\u00fade para realizar os exames mais b\u00e1sicos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tem a possibilidade de se deslocar aos centros m\u00e9dicos que ficam na cidade, e \u201ca popula\u00e7\u00e3o adere imenso a esta unidade m\u00f3vel\u201d. Luciano Correia contou ainda que o grande objetivo \u00e9 manter a unidade m\u00f3vel mas conseguir que um m\u00e9dico v\u00e1, pelo menos uma vez por m\u00eas, \u00e0 aldeia para tratar de quest\u00f5es mais graves.<\/p>\n<p>O presidente considerou ainda que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil alterar o pensamento ligado ao facto de o interior ser menos desenvolvido. Luciano Correia considera que \u00e9 muito dif\u00edcil porque o interior est\u00e1 mais isolado e a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 uma coisa mais complicada.<\/p>\n<p><strong>\u201c\u00c9 vital para o pa\u00eds construir um novo mapa de Portugal\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Helena Freitas, coordenadora da Unidade de Miss\u00e3o para a valoriza\u00e7\u00e3o do interior, considerou que \u00e9 importante que se olhe para os pontos do interior do pa\u00eds. Frisou ainda que &#8220;cheg\u00e1mos a um ponto em que temos concelhos do interior em que as taxas de mortalidade s\u00e3o tr\u00eas vezes as taxas de natalidade\u201d. A coordenadora, que falava em Moimenta da Beira, acrescentou que se n\u00e3o se fizer nada para alterar esta dura realidade, se n\u00e3o se estabelecerem objetivos a curto, m\u00e9dio ou longo prazo, estes concelhos do interior n\u00e3o tem a sustentabilidade e as perspetivas para continuarem a existir, porque n\u00e3o existem pessoas que desenvolvam e alimentem estas zonas.<br \/>\nO pa\u00eds tem umas assimetrias dram\u00e1ticas e h\u00e1, claramente, uma necessidade enorme de travar estas anomalias. Helena Freitas aproveitou ainda para salientar que apesar de pequeno, Portugal tem in\u00fameros problemas no interior e que aparenta ser o \u00fanico pa\u00eds desequilibrado. \u201cN\u00e3o h\u00e1 pa\u00eds no mundo que tenha esta configura\u00e7\u00e3o, t\u00e3o pequeno e com um desequil\u00edbrio t\u00e3o profundo, com um impacto social e econ\u00f3mico grav\u00edssimo\u201d desabafou.<\/p>\n<p>Amadeu Carvalho, um idoso do litoral, com 91 anos de idade, n\u00e3o sabe se trocaria o litoral pelo interior, devido \u00e0s circunst\u00e2ncias atuais. O senior\u00a0afirmou que nunca visitou o interior do pa\u00eds, mas acredita que este tem mais condi\u00e7\u00f5es de vida que propriamente o litoral. Para defender este ponto de vista, Amadeu disse que \u201cneste momento o litoral est\u00e1 mais que visto e revisto! O litoral \u00e9 uma zona que j\u00e1 est\u00e1 saturada\u201d. Considerou ainda que as zonas do interior do pa\u00eds t\u00eam mais proximidade entre as pessoas, \u201cs\u00e3o mais unidas\u201d e t\u00eam tamb\u00e9m mais pontos de interesse, \u201czonas tur\u00edsticas\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-730\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao3-169x300.jpg\" alt=\"giao3\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao3-169x300.jpg 169w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao3.jpg 212w\" sizes=\"(max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/><\/p>\n<h6>Amadeu Carvalho<\/h6>\n<p>O idoso avaliou Portugal ao n\u00edvel do futuro, em termos populacionais, e considerou que o nosso pa\u00eds continuar\u00e1 a ser um pa\u00eds envelhecido, especialmente no interior porque \u201choje em dia as pessoas n\u00e3o investem em nada, n\u00e3o t\u00eam dinheiro, n\u00e3o t\u00eam perspetivas e t\u00eam medo do futuro\u201d. Amadeu sublinhou que este medo que as pessoas t\u00eam se refere ao facto de perderem dinheiro, e com o ambiente de crise instalado \u00e9 muito dif\u00edcil investir, devido ao facto de as coisas mudarem \u201cmuito rapidamente e conforme os interesses das pessoas e das empresas\u201d.<\/p>\n<p>O s\u00e9nior disse que \u00e9 \u201cmuito importante atrair jovens para o interior, (\u2026) porque o interior \u00e9 muito grande e tem uma perspetiva muito boa, a agricultura\u201d. Declarou que esta medida de atra\u00e7\u00e3o de jovens para o interior depende das pol\u00edticas de governo e da forma como eles olham para o interior. Amadeu atentou que o governo deveria olhar para o interior numa vis\u00e3o mais ampla e n\u00e3o t\u00e3o restrita.<\/p>\n<p>O idoso apontou ainda que \u00e9 muito importante estar num centro de dia porque l\u00e1 fazem in\u00fameras atividades para entreter o grupo e dinamizar a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Viver no interior do pa\u00eds \u00e9 aborrecido. Pedro Rebelo Pereira, licenciado em Ci\u00eancias da Comunica\u00e7\u00e3o na Universidade Nova e cronista num espa\u00e7o do p\u00fablico, colocou a seguinte quest\u00e3o numa das suas cr\u00f3nicas: \u201cComo \u00e9 que concelhos com um ritmo de vida t\u00e3o aborrecido pensam vir a atrair os rapazes e raparigas que est\u00e3o neste momento na centrifugadora vida universit\u00e1ria?\u201d.<\/p>\n<p>O jovem cronista, que agora reside no interior do pa\u00eds, considerou que viver no interior do pa\u00eds \u00e9 viver a outra velocidade. O interior, segundo o jovem, apresenta um cen\u00e1rio de \u201cpris\u00e3o preventiva\u201d porque existe \u201cbranqueamento de pessoas e oportunidades de vida, pouco tr\u00e1fego de influ\u00eancias positivas nas nossas estradas e empobrecimento il\u00edcito\u201d. A vida no interior resume-se a \u201csopas e descanso\u201d.<\/p>\n<p>Nestas zonas do interior, segundo Pedro, as iniciativas e as din\u00e2micas chegam todas ao mesmo tempo e realizam-se ao mesmo tempo entre concelhos vizinhos o que acaba por ser um ponto negativo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-731\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao4-300x225.jpg\" alt=\"giao4\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao4-300x225.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/giao4.jpg 553w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<h6>Parque de campismo<\/h6>\n<p>Ser\u00e1 que o despovoamento do interior ter\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o? As zonas do interior do pa\u00eds continuam a apresentar os priores cen\u00e1rios poss\u00edveis. Segundo os dados do INE, o interior do pa\u00eds apresenta baixa natalidade, elevada mortalidade, elevado \u00edndice de envelhecimento e baixo \u00edndice de popula\u00e7\u00e3o jovem. Ser\u00e1 que haver\u00e1 uma solu\u00e7\u00e3o para este cen\u00e1rio apresentado no interior do pa\u00eds?<\/p>\n<p>Segundo Luciano Correia, presidente de junta de S. Gi\u00e3o, ter\u00e3o de se criar mais postos de trabalho, mais pontos de divulga\u00e7\u00e3o, ter\u00e1 de haver algu\u00e9m ligado ao turismo no \u00fanico ponto tur\u00edstico da aldeia, e \u00e9 necess\u00e1rio que exista algu\u00e9m que domine l\u00ednguas, para receber as pessoas que venham de outros pa\u00edses e criar mais forma\u00e7\u00f5es para atrair os jovens.<\/p>\n<p>Segundo In\u00eas Figueiredo, o interior do pa\u00eds deveria criar uma esp\u00e9cie de concurso de ideias para dinamizar estes espa\u00e7os. A ideia era abrir um concurso aos jovens, dinamizando-os para que, posteriormente, se selecionasse a melhor ideia para se aplicar no concelho.<\/p>\n<p>J\u00e1 o idoso, Amadeu Carvalho, considera que a valoriza\u00e7\u00e3o do interior passa pela decis\u00e3o do governo e pela vis\u00e3o que o governo tem do espa\u00e7o do interior.<\/p>\n<p>O maior desafio de Portugal, segundo o Di\u00e1rio Expresso, \u00e9 combater a interioridade e os desequil\u00edbrios entre regi\u00f5es. \u201cO interior tamb\u00e9m \u00e9 Portugal e merece, do pa\u00eds e da Europa, um olhar e cuidado especial\u201d.<\/p>\n<p><strong>C\u00e1tia Brito (texto e fotos)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O interior do pa\u00eds \u00e9 caracterizado pelas largas plan\u00edcies cultivadas, pela vasta quantidade de montanhas e pela popula\u00e7\u00e3o envelhecida. 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