{"id":6382,"date":"2019-03-21T10:41:04","date_gmt":"2019-03-21T10:41:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=6382"},"modified":"2019-03-21T10:41:04","modified_gmt":"2019-03-21T10:41:04","slug":"viseenses-encaram-futuro-das-reformas-de-forma-negativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=6382","title":{"rendered":"Viseenses encaram futuro das reformas de forma negativa"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Cidad\u00e3os de Viseu est\u00e3o preocupados com futuro de reformas e ajuda nos servi\u00e7os de sa\u00fade. Idosos sentem-se injusti\u00e7ados. Jovens receiam n\u00e3o vir a beneficiar da sua pr\u00f3pria reforma. <\/em><\/strong><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Perante o relat\u00f3rio da OCDE divulgado esta ter\u00e7a-feira, os portugueses preferem pagar impostos mais altos com a esperan\u00e7a de ter melhores pens\u00f5es e cuidados de sa\u00fade. De forma geral, os viseenses t\u00eam uma opini\u00e3o contr\u00e1ria. Desvalorizam a ideia de pagar mais impostos, por considerarem que o futuro das reformas \u00e9 incerto.<\/p>\n<p>Maria Pina revela essa incerteza tendo a opini\u00e3o que \u201co que acontece \u00e9 que fazemos cada vez mais descontos e cada vez recebemos menos dinheiro na reforma. Se nos dissessem: descontam mais um tanto e a vossa reforma ser\u00e1 compensadora. Sim claro. Tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 por 5, 10 ou 20 euros por m\u00eas.\u201d<\/p>\n<p>Os mais idosos, que sentem na pele as consequ\u00eancias das reformas baixas que Portugal est\u00e1 a vivenciar, temem o futuro dos jovens do pa\u00eds. Argumentam que trabalharam uma vida e que hoje n\u00e3o s\u00e3o recompensados por isso. Ningu\u00e9m d\u00e1 certezas, \u201cos jovens que eu conhe\u00e7o j\u00e1 descontam tanto e ser\u00e1 que v\u00e3o ter reforma?\u201d, questiona LL, dom\u00e9stica.<\/p>\n<p>Os jovens confirmam estas d\u00favidas face ao futuro \u201choje em dia n\u00e3o sabemos sequer o que vamos receber daqui para frente por isso \u00e9 dif\u00edcil de responder\u201d, diz Ricardo Pereira, bartender.<\/p>\n<p>Sendo Viseu um distrito com um n\u00famero elevado de pessoas com mais de 65 anos, essas preocupa\u00e7\u00f5es aumentam. Jos\u00e9 Lopes, reformado, sente esta realidade. \u201cAlguns jovens ainda n\u00e3o trabalham e, portanto, hoje, dev\u00edamos dar-lhes mais alguma coisa e os impostos estarem sempre a aumentar n\u00e3o \u00e9 nada bom&#8221;.<\/p>\n<p>Relativamente ao aumento dos impostos para uma melhoria dos apoios de sa\u00fade em casos de doen\u00e7a ou incapacidade, os cidad\u00e3os de Viseu mostram-se desapontados. Jos\u00e9 Lopes, considera que a popula\u00e7\u00e3o precisava de mais ajuda, \u201cse eu quiser uns \u00f3culos tenho de os pagar. N\u00e3o sou compensado com o governo. H\u00e1 outras coisas que o Governo n\u00e3o ajuda&#8221;.<\/p>\n<p>As ajudas do governo podem ser vistas pelas pessoas de forma positiva ou negativa. Na maioria das vezes, a ajuda dada em caso de doen\u00e7a traduz-se numa espera intermin\u00e1vel, \u201c\u00c9 como pedirmos um alfinete e nunca nos darem, porque nunca \u00e9 encontrado. \u00c9 como os benef\u00edcios do Estado&#8221;, lamenta, Diogo Reis, t\u00e9cnico de Trocas e Devolu\u00e7\u00f5es Farmac\u00eauticas.<\/p>\n<p>Haja ou n\u00e3o aumentos de impostos, as pessoas n\u00e3o t\u00eam um aumento dos rendimentos h\u00e1 muito tempo. C\u00e9lia Soares considera que, mediante as ajudas do Estado, \u201co melhor \u00e9 n\u00e3o ficar doente.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Texto: Anita de Almeida e Diana Lopes<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cidad\u00e3os de Viseu est\u00e3o preocupados com futuro de reformas e ajuda nos servi\u00e7os de sa\u00fade. Idosos sentem-se injusti\u00e7ados. 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