{"id":3551,"date":"2018-06-25T11:47:49","date_gmt":"2018-06-25T11:47:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=3551"},"modified":"2018-06-25T11:47:49","modified_gmt":"2018-06-25T11:47:49","slug":"castelo-rodrigo-o-diamante-do-interior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=3551","title":{"rendered":"Castelo Rodrigo, o diamante do interior"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Localizado na entrada sul do Parque Natural do Douro Internacional est\u00e1 Castelo Rodrigo, munic\u00edpio que se candidatou em abril de 2017 ao concurso 7 Maravilhas de Portugal, dentro da categoria de Aldeia Aut\u00eantica. O concurso teve como finalidade divulgar a realidade e a potencialidade das povoa\u00e7\u00f5es a concurso, destacando o seu patrim\u00f3nio hist\u00f3rico, a sua riqueza paisag\u00edstica, a gastronomia e as tradi\u00e7\u00f5es. No dia 3 de setembro de 2017, Castelo Rodrigo venceu na categoria de Aldeia Aut\u00eantica. Desde ent\u00e3o o fluxo de visitantes que tem chegado \u00e0 aldeia hist\u00f3rica mais que duplicou.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3553\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/figcast2.jpg\" alt=\"\" width=\"224\" height=\"181\" \/><\/p>\n<p>Telma Santos, secret\u00e1ria da junta de freguesia de Castelo Rodrigo, n\u00e3o esperava ver Castelo Rodrigo com tal notoriedade: \u201cSinceramente n\u00e3o estava \u00e0 espera da vit\u00f3ria, se bem que a gente tem sempre aquela expectativa de que somos bons, mas nunca nesta escala. N\u00e3o estava nada \u00e0 espera, mesmo que soubesse que t\u00ednhamos capacidade para tal.\u201d<\/p>\n<p>Para Telma, esta conquista do t\u00edtulo foi uma mais valia para o concelho e para a regi\u00e3o, uma vez que a popula\u00e7\u00e3o vive principalmente de agricultura e turismo. \u201cO turismo \u00e9 importante para qualquer aldeia e regi\u00e3o, porque traz mais gente para as aldeias, o que \u00e9 bastante importante para n\u00f3s aqui no interior, al\u00e9m de beneficiar a economia local, al\u00e9m de dar trabalho a mais gente, os turistas sempre v\u00e3o deixando algum dinheiro o que ajuda a economia de certas empresas, deixando a possibilidade de elas conseguirem contratar mais algu\u00e9m para trabalhar\u201d, afirma a autarca, sublinhando ainda que passar a palavra de Castelo Rodrigo por Portugal e pelo mundo \u00e9 sempre bom.<\/p>\n<p>Depois da vit\u00f3ria, Telma Santos d\u00e1 destaque ao aumento do turismo nacional: \u201cO fluxo de turistas mudou muito, principalmente a n\u00edvel de turistas nacionais, porque houve muita gente que come\u00e7ou a conhecer Castelo Rodrigo atrav\u00e9s deste programa das 7 Maravilhas, e eu que tamb\u00e9m trabalho no turismo, noto que h\u00e1 muitos mais portugueses a visitar a aldeia por causa deste t\u00edtulo\u201d.<\/p>\n<p>Henrique Silva, atual vereador da C\u00e2mara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo, garante que a vit\u00f3ria nas 7 Maravilhas era algo que n\u00e3o esperava: \u201cTive uma surpresa enorme quando soube que cheg\u00e1mos \u00e0s semifinais e depois \u00e0s finais. Ao chegar \u00e0 final, t\u00ednhamos na cabe\u00e7a que as finais s\u00e3o para ganhar, mas \u00edamos sempre com a humildade que caracteriza toda esta regi\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Para o autarca, a aldeia de Castelo Rodrigo \u00e9 o grande motor agregador do turismo deste territ\u00f3rio, \u201cprincipalmente pelo facto de ser uma aldeia com hist\u00f3ria, fazendo parte da associa\u00e7\u00e3o de aldeias hist\u00f3ricas de Portugal.\u201d<\/p>\n<p>O membro do executivo afirma que Castelo Rodrigo \u00e9 provavelmente a Aldeia Hist\u00f3rica que mais visitantes tem no \u00e2mbito da rede das aldeias, dando destaque \u00e0 parceria com o Douro Azul, que \u201ctraz um fluxo de mais de 150 mil turistas anuais, e atualmente n\u00e3o temos apenas 1 operador a trabalhar no Douro, mas pelo menos 5.<\/p>\n<p>Dados divulgados pela C\u00e2mara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo mostram que o posto tur\u00edstico da aldeia recebeu aproximadamente 100 mil pessoas no ano de 2017\u00a0e que prev\u00ea uma subida em 2018.<\/p>\n<p>Para Henrique Silva, um espa\u00e7o de restaura\u00e7\u00e3o \u00e9 o que mais faz falta no local. \u201cEra algo que iria potenciar ainda mais o n\u00famero de visitantes, mas tamb\u00e9m o n\u00famero de dias e horas de perman\u00eancia no local\u201d, afirma, garantindo, assim, que o munic\u00edpio ir\u00e1 conceder todas as isen\u00e7\u00f5es poss\u00edveis para que algu\u00e9m instale l\u00e1 um espa\u00e7o de restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Nunes, residente em Castelo Rodrigo desde 1976, afirma que os visitantes n\u00e3o os incomodam e que podem ser uma companhia. \u201cAs visitas que recebemos n\u00e3o interferem muito na nossa vida, acontece bastantes vezes que tanto os portugueses como os estrangeiros pedem ajuda para saber o que visitar e gostam de comentar o incr\u00edvel e bonito que acham a aldeia&#8221;, diz.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3554\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/figcast3.jpg\" alt=\"\" width=\"254\" height=\"143\" \/><\/p>\n<p>Gra\u00e7as aos seus anos na Alemanha enquanto emigrante, Jos\u00e9 pode servir de tradutor para certos turistas, sublinhando que gostam de conversar sobre o\u00a0motivo que os leva a visitar a regi\u00e3o.\u00a0\u201cEles gostam muito de falar sobre esta terra que \u00e9 uma esp\u00e9cie de aldeia fantasmam porque n\u00e3o h\u00e1 cabos, n\u00e3o h\u00e1 antenas, fica uma beleza diferente\u201d, considera o morador.<\/p>\n<p>Helena Sousa, propriet\u00e1ria do caf\u00e9 \u201cCantinho dos Av\u00f3s\u201d, atribui a vit\u00f3ria n\u00e3o s\u00f3 aos envolvidos, a quem\u00a0reconhece m\u00e9rito, mas a toda a hist\u00f3ria que passou por dentro das muralhas. \u201cN\u00f3s ganh\u00e1mos porque houve muita hist\u00f3ria por tr\u00e1s, \u00e9 como se n\u00f3s estiv\u00e9ssemos a partir um mealheiro que acumulou durante s\u00e9culos, e n\u00f3s agora estamos a usufruir desse mealheiro\u201d.\u00a0A comerciante diz que o n\u00famero de pessoas que vieram visitar o local foi imenso, destacando principalmente o aumento de turistas portugueses: \u201cquando Castelo Rodrigo concorreu para o t\u00edtulo das 7 maravilhas, as pessoas come\u00e7aram a ouvir falar de Castelo Rodrigo, diziam que gostavam muito das fotos e que queriam ir visitar\u201d.<\/p>\n<p>Para Telma Santos, o in\u00edcio da transforma\u00e7\u00e3o de Castelo Rodrigo come\u00e7ou ainda no s\u00e9culo passado, com o apoio da Uni\u00e3o Europeia e com o destaque nacional que a aldeia teve na altura. \u201cNessa altura pass\u00e1mos a ser uma das 12 aldeias hist\u00f3ricas de Portugal e come\u00e7ou a haver o restauro da aldeia toda em si, e acho que foi a\u00ed que Castelo Rodrigo come\u00e7ou a entrar mais no mapa&#8221;, recorda.<\/p>\n<p>Antes disso, Castelo Rodrigo estava muito parado e era complemente desconhecido para o resto do pa\u00eds, sublinha Telma, acrescentando que tinha \u201cpoucos ou nenhuns visitantes e s\u00f3 a partir da\u00ed \u00e9 que tudo come\u00e7ou. Embora houvesse sempre pessoas a morar aqui,\u00a0os visitantes chegavam a dizer &#8211;\u00a0Ah, j\u00e1 viemos h\u00e1 uns anos e n\u00e3o vivia c\u00e1 ningu\u00e9m -, mas n\u00e3o, sempre morou aqui gente, mas como estava um pouco abandonado, as pessoas n\u00e3o se viam nas ruas como hoje\u201d, explica.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Nunes retrata a Castelo Rodrigo de antigamente como um caos: \u201cas ruas n\u00e3o estavam t\u00e3o bonitas como hoje, havia cabos pendurados, relativamente \u00e0 est\u00e9tica da aldeia houve uma grande modifica\u00e7\u00e3o ao decorrer do tempo\u201d, afirma, satisfeito com as atuais condi\u00e7\u00f5es de vida que s\u00e3o proporcionadas. \u201cQuem c\u00e1 vive atualmente vive melhor, visto que as casas foram remodeladas, ficou mais bonito\u201d, defende o residente<\/p>\n<p>Helena Sousa relembra o tempo em que a loja foi aberta: \u201cForam os meus pa\u00eds que investiram, e na altura j\u00e1 come\u00e7ava a ser aldeia hist\u00f3rica\u201d, diz, destacando que foi uma vontade aliada ao novo estatuto de aldeia e uma vis\u00e3o de \u201cum certo potencial\u201d que os levou a ficar por l\u00e1. Desde 2000, Helena \u00e9 a propriet\u00e1ria e cuida do local.<\/p>\n<p>Quando questionado\u00a0sobre o impacto que a chegada dos fundos da Uni\u00e3o Europeia teve na aldeia, Henrique Silva comenta que o investimento que foi feito em termos de reabilita\u00e7\u00e3o urbana, potenciou muito o local, contribuindo e despertando o interesse que os moradores passaram a dar \u00e0 aldeia, para al\u00e9m das pessoas do concelho. Contudo, afirma que antes dos fundos, j\u00e1 se\u00a0tinham come\u00e7ado a aplicar medidas. \u201cAntes dos fundos da Uni\u00e3o Europeia, o munic\u00edpio de Figueira, na gest\u00e3o do Presidente Fernando Bordalo, tinha tomado iniciativa de retirar alguns postes de eletrifica\u00e7\u00e3o e cimento, portanto, a reabilita\u00e7\u00e3o tinha come\u00e7ado, fruto do interesse que a aldeia tinha para o concelho e para algumas pessoas&#8221;, recorda.<\/p>\n<p>&#8220;Antigamente os moradores n\u00e3o davam tanta import\u00e2ncia ao s\u00edtio onde moravam\u201d, afirma Telma, acrescentando: \u201cQuando o pal\u00e1cio foi incendiado, as pessoas tiraram as pedras para construir as casas. Quando passamos \u00e0 categoria de Aldeia Hist\u00f3rica de Portugal, as pessoas come\u00e7aram a ter mais consci\u00eancia e viram a import\u00e2ncia que Castelo Rodrigo realmente tem e d\u00e1 a toda esta regi\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3555\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/figcast4.jpg\" alt=\"\" width=\"244\" height=\"156\" \/><\/p>\n<p>As parcerias que Castelo Rodrigo tem adquirido ao longo dos anos s\u00e3o tamb\u00e9m uma das limas para este diamante, destaca Telma, afirmando que \u201ccada vez h\u00e1 mais empresas a tornarem-se colaboradoras\u201d.<\/p>\n<p>Uma das parcerias \u00e9 o Douro Azul, que tem Figueira de Castelo Rodrigo e Castelo Rodrigo dentro dos seus destinos de rotas. Telma Santos admite que esta parceria \u00e9 uma mais valia para o concelho, contudo, dentro deste tipo de parceria, os t\u00edtulos de Aldeia Hist\u00f3rica e Aldeia Aut\u00eantica n\u00e3o s\u00e3o muito relevantes, pois \u201cn\u00e3o t\u00eam tanta influ\u00eancia como se pensa\u201d sublinha. \u201cN\u00f3s temos tido muita gente a visitar Castelo Rodrigo pelo Douro Azul ao longo destes anos, contudo acho que a relev\u00e2ncia aqui, do t\u00edtulo de 7 Maravilhas, n\u00e3o abrange tanto os turistas do Douro Azul, pois a grande maioria s\u00e3o estrangeiros que v\u00eam com certos pacotes que a empresa disponibiliza e acabam por visitar a aldeia sem saber muito bem o que \u00e9 ou com o que contar&#8221;, afian\u00e7a.<\/p>\n<p>Castelo Rodrigo chegou, assim, ao \u00e1pice de notoriedade, dando oportunidades \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novas empresas e infraestruturas na regi\u00e3o num futuro pr\u00f3ximo e, para Telma, poder\u00e1 vir a dar muito mais: \u201cNa minha opini\u00e3o Castelo Rodrigo poder\u00e1 trazer \u00e0 regi\u00e3o novas infraestruturas e muitas novas oportunidades, basta esperarmos que assim seja, porque realmente isto foi uma coisa muito importante para a regi\u00e3o e para o concelho\u201d.<\/p>\n<p>Para j\u00e1 as ideias para novas infraestruturas e projetos est\u00e3o em fase de desenvolvimento, mas existem, afirma Telma: \u201cEstar\u00e1 previsto al\u00e9m das rotas das Aldeias Hist\u00f3ricas tamb\u00e9m a rota das 7 Maravilhas de Portugal\u201d.<\/p>\n<p>O interior sofre cade vez mais com a despovoa\u00e7\u00e3o e com o envelhecimento e, para Telma Santos, o facto de terem ganho estes t\u00edtulos n\u00e3o ir\u00e1 mudar muita coisa a curto prazo. \u201cEstes t\u00edtulos s\u00e3o muito importantes, mas h\u00e1 cada vez mais pessoas a deixar o interior para ir para o litoral. Al\u00e9m de n\u00e3o haver trabalho no litoral, no interior ainda h\u00e1 menos. N\u00e3o \u00e9 atrav\u00e9s desta relev\u00e2ncia de sermos Aldeias Hist\u00f3ricas ou de sermos uma das 7 Maravilhas que ir\u00e3o\u00a0chegar mais pessoas, o emprego \u00e9 que traz as pessoas&#8221;, sublinha.<\/p>\n<p>Henrique Silva mostra-se\u00a0otimista sobre o futuro impacto que Castelo Rodrigo pode trazer \u00e0 regi\u00e3o e ao concelho, n\u00e3o concordando com a cria\u00e7\u00e3o de empresas de grande dimens\u00e3o, mas sim de pequenas e m\u00e9dias empresas de \u00e2mbito tur\u00edstico, turismo de aventura e turismo de natureza, justificando a envolvente do territ\u00f3rio. \u201cEsse \u00e9 o desejo de toda a gente, Castelo Rodrigo tem sido o motor da economia concelhia, principalmente na restaura\u00e7\u00e3o, pelo facto de n\u00e3o haver nenhum restaurante na aldeia, potencia a restaura\u00e7\u00e3o da vila e o aparecimento do turismo rural e do turismo de habita\u00e7\u00e3o, s\u00f3 t\u00eam raz\u00e3o de existir pelo facto da aldeia ter aquele fluxo de visitantes\u201d, diz o autarca.<\/p>\n<p>O vereador comenta ainda que est\u00e3o a ser pensadas novas infraestruturas para a aldeia que poder\u00e3o ajudar os turistas e visitantes em termos informativos e de deslocamento: \u201cNo \u00e2mbito das redes das aldeias hist\u00f3ricas estamos com candidaturas j\u00e1 aprovadas em termos de mobilidade reduzida, estamos a instalar redes Wi-Fi por toda a aldeia, juntamente com um guia informativo online que dar\u00e1 informa\u00e7\u00f5es sobre o local e o que visitar.\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3556\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/figcast5.jpg\" alt=\"\" width=\"282\" height=\"159\" \/><\/p>\n<p>Henrique Silva, que j\u00e1 no ano passado participou no evento \u201cDoze em rede\u201d, um acontecimento no \u00e2mbito do programa das Aldeias Hist\u00f3ricas, que\u00a0durante dois dias englobou\u00a0atividades teatrais e m\u00fasica, garantiu que se tem procurado aumentar os eventos em Castelo Rodrigo. \u201cSim, existir\u00e3o mais eventos, mas h\u00e1 limita\u00e7\u00f5es, contudo temos procurado disseminar atividades de \u00e2mbito cultural em todo o territ\u00f3rio, privilegiando principalmente a aldeia de Castelo Rodrigo&#8221;, concretiza o vereador.<\/p>\n<p>Este ano ir\u00e1 decorrer novamente o evento \u201cDoze em rede\u201d com um foco hist\u00f3rico-cultural, mas tamb\u00e9m gastron\u00f3mico, acompanhado de pe\u00e7as teatrais e m\u00fasica. Henrique Silva afirma que tem havido o cuidado da procura de espet\u00e1culos com qualidade, exemplificando, o teatro \u201cAlto da Barca de Gil Vicente\u201d que no ano passado se deslocou do Centro Cultural de Bel\u00e9m, para o mosteiro de Santa Maria de Aguiar. \u201cVamos procurar disseminar este tipo de atividades para as outras freguesias, para que todas as pessoas se sintam envolvidas na procura de outros meios de culturas&#8221;, promete.<\/p>\n<p>Helena Sousa remata que Castelo Rodrigo atualmente \u00e9 uma p\u00e1gina em branco onde os jovens poder\u00e3o escrever o que quiserem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Texto e imagens: C\u00e9sar Silva<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Localizado na entrada sul do Parque Natural do Douro Internacional est\u00e1 Castelo Rodrigo, munic\u00edpio que se candidatou em abril de<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":3552,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[462],"tags":[1103,1102,1101,811,153],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3551"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3551"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3551\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3764,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3551\/revisions\/3764"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3552"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3551"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3551"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3551"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}