{"id":18618,"date":"2024-01-12T19:00:20","date_gmt":"2024-01-12T19:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=18618"},"modified":"2024-01-12T19:00:22","modified_gmt":"2024-01-12T19:00:22","slug":"turismo-o-fenomeno-que-revitalizou-agueda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=18618","title":{"rendered":"Turismo: o fen\u00f3meno que revitalizou \u00c1gueda"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>O turismo na cidade mais colorida do pais cresceu substancialmente na \u00faltima d\u00e9cada. O investimento no ramo tur\u00edstico fez com que \u00c1gueda passasse de uma cidade deserta para um ponto tur\u00edstico conhecido \u00e0 escala mundial.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem de Ana Raquel Pinto<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"472\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda-1024x472.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-18622\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda-1024x472.jpg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda-300x138.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda-768x354.jpg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda-1536x708.jpg 1536w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Baixa-de-\u0e15gueda.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Baixa da cidade de \u00c1gueda<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u00c1gueda sempre se destacou na esfera econ\u00f3mica, nomeadamente nos setores de metalomec\u00e2nica e ferragens, desenvolvidos desde o final do s\u00e9culo XIX. A Famel, por exemplo, colocou a cidade no mapa portugu\u00eas ao tornar-se uma das marcas de motorizadas mais conhecidas do territ\u00f3rio luso, em 1949.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o passar dos anos, o Munic\u00edpio foi mantendo o dinamismo econ\u00f3mico e industrial, que gradualmente se foi especializando nos segmentos de habitat e modalidade. \u201c\u00c1gueda sempre foi um concelho muito diversificado nos v\u00e1rios setores econ\u00f3micos e essa diversidade j\u00e1 vem desde h\u00e1 muitos anos atr\u00e1s\u201d, refere Gil Nadais, antigo presidente da C\u00e2mara Municipal de \u00c1gueda.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, o ramo tur\u00edstico nem sempre contribuiu para os padr\u00f5es de excel\u00eancia a que a cidade est\u00e1 acostumada. De acordo com Madalena Pereira, respons\u00e1vel pelo Posto de Turismo, \u201ch\u00e1 duas d\u00e9cadas atr\u00e1s, \u00c1gueda era uma cidade fantasma. Os pr\u00f3prios habitantes n\u00e3o contribu\u00edam para o com\u00e9rcio local e aos fins-de-semana o destino principal para passar o tempo era Aveiro\u201d. Esta foi uma realidade que se manteve at\u00e9 2006 aquando o surgimento do Agit\u00c1gueda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O fen\u00f3meno do Agit\u00c1gueda<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O conceito deste evento consiste num conjunto de atividades gratuitas que se estendem por um per\u00edodo de 23 dias. Entre as mais variadas iniciativas, destacam-se os concertos musicais levados a cabo por artistas nacionais e internacionais. Em poucas edi\u00e7\u00f5es, o festival tornou-se popular a n\u00edvel nacional e em 2011 j\u00e1 era visitado por milhares de turistas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDevido ao seu sucesso, o festival passou a ser um dos projetos com mais investimentos por parte da autarquia local. A repercuss\u00e3o do evento foi t\u00e3o significativa que atingiu outros setores econ\u00f3micos, como a restaura\u00e7\u00e3o, os transportes p\u00fablicos, o alojamento e o com\u00e9rcio tradicional\u201d, menciona Gil Nadais. De acordo com um estudo realizado \u00e0 edi\u00e7\u00e3o de 2019, o evento permitiu estimar um impacto na economia local de cerca de 8 milh\u00f5es de euros, grande parte desta parcela associada \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o. Elisabete Almeida, propriet\u00e1ria de um dos restaurantes mais conceituados da baixa da cidade, afirma nunca ter visto nada assim em tantos anos de trabalho. \u201cTenho clientes habituais que me garantem a porta aberta todo o ano, mas na altura do ver\u00e3o consigo ganhar lucro equivalente a tr\u00eas meses num m\u00eas s\u00f3. H\u00e1 dias em que o restaurante s\u00f3 fecha \u00e0 uma da manh\u00e3 e o hor\u00e1rio de encerramento \u00e9 \u00e0s nove da noite\u201d. Entre 2015 e 2019, a taxa de crescimento do volume de neg\u00f3cios de restaura\u00e7\u00e3o aumentou at\u00e9 quase 70%.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"472\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante-1024x472.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-18625\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante-1024x472.jpg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante-300x138.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante-768x354.jpg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante-1536x708.jpg 1536w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Restaurante.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Elisabete Almeida, propriet\u00e1ria do restaurante \u201cO cantinho do serrano\u201d est\u00e1 \u00e0 frente do neg\u00f3cio h\u00e1 mais de 28 anos<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Agit\u00c1gueda tornou-se uma festividade \u00edmpar no panorama tur\u00edstico nacional. De ano para ano, a qualidade dos programas oferecidos aumentou consideravelmente. Artistas de renome como James Arthur, Calum Scott, American Authors e V\u00edtor Kley pisaram o palco do evento. A acompanhar concertos impressionantes, passou a haver um investimento maior em<\/p>\n\n\n\n<p>atividades paralelas como o Carnaval fora D \u0301Horas, Color Day e concurso de est\u00e1tuas vivas. Estas atividades realizam-se durante o dia e incitam \u00e0 visita de mais turistas em hor\u00e1rio diurno. A Arte Urbana tamb\u00e9m passou a ser um projeto associado ao festival e tornou a cidade mais colorida com ajuda dos milhares de guarda-chuvas que preenchem as ruas mais emblem\u00e1ticas da urbaniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Gil Nadais, \u201ca ideia inicial do projeto visava apenas proporcionar uma melhoria na qualidade de vida das pessoas e integr\u00e1-las na cidade\u201d. O deputado do PS refere ainda que a ideia do Agit\u00c1gueda, era dirigida aos habitantes locais e nunca pensou que o evento pudesse chegar t\u00e3o longe.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados fornecidos pela C\u00e2mara Municipal de \u00c1gueda, revelam que em m\u00e9dia apenas 16% dos visitantes s\u00e3o habitantes locais, 72% turistas portugueses e 12% visitantes estrangeiros. Apesar deste \u00faltimo n\u00famero parecer baixo, a taxa de crescimento no n\u00famero de estrangeiros aumentou em 124% entre 2015 e 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Para fazer face ao crescente fluxo de turistas, bem como \u00e0s suas necessidades, o setor hoteleiro precisou de investir em mais infraestruturas e condi\u00e7\u00f5es que garantissem o seu bem-estar e uma experi\u00eancia inesquec\u00edvel. Um estudo de caso realizado entre 2011 e 2021, revelou que o n\u00famero total de alojamentos tur\u00edsticos, bem como a sua capacidade, duplicou. A necessidade de aumentar a capacidade desses espa\u00e7os deveu-se sobretudo ao aumento de turistas, uma vez que a m\u00e9dia de estadias foi de 1,6 para 1,7 nesse per\u00edodo. De uma forma geral, o turismo contribuiu de forma consider\u00e1vel para o desenvolvimento de outros setores tur\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O surgimento do projeto \u201c\u00c1gueda \u00e9 Natal\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com base no sucesso do Agit\u00c1gueda, a autarquia decidiu continuar a apostar no ramo tur\u00edstico e a atrair mais pessoas at\u00e9 \u00e0 cidade. Foi nesse contexto que surgiu o projeto \u201c\u00c1gueda \u00e9 Natal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2015, nascia a primeira edi\u00e7\u00e3o do projeto natal\u00edcio que prometia encantar n\u00e3o s\u00f3 os turistas, como os pr\u00f3prios habitantes locais. Para al\u00e9m do famoso Pai Natal, levado ao concurso Guiness e eleito o maior do mundo, acrescentam-se os passeios m\u00e1gicos a bordo de uma locomotiva constru\u00edda nos primeiros anos do s\u00e9culo XX, ou a visita, completamente gratuita, ao Parque Municipal de Alta Vila, um espa\u00e7o verde que se situa no cora\u00e7\u00e3o da cidade e que promete deslumbrar qualquer um. Nas palavras de Madalena Pereira, \u201ca C\u00e2mara Municipal n\u00e3o quis ficar por aqui e pouco tempo depois come\u00e7ou a fazer pesquisas para perceber se haveria tamb\u00e9m o menor Pai Natal do mundo\u201d. Dois anos depois do projeto \u201c\u00c1gueda \u00e9 Natal\u201d se revelar um fen\u00f3meno \u00e0 escala mundial, \u201ca cidade ia acolher agora mais uma novidade ic\u00f3nica\u201d, remata a funcion\u00e1ria do Posto de Turismo local.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"472\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo-1024x472.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-18624\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo-1024x472.jpg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo-300x138.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo-768x354.jpg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo-1536x708.jpg 1536w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/O-Maior-Pai-Natal-do-Mundo.jpg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Anualmente, milhares de turistas s\u00e3o atra\u00eddos at\u00e9 \u00c1gueda para ver o maior Pai Natal do mundo sem saberem que l\u00e1 tamb\u00e9m podem encontrar o mais pequeno<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Como seria de esperar, o impacto do turismo na economia come\u00e7ou a sentir-se n\u00e3o s\u00f3 em julho, como em dezembro. O com\u00e9rcio tradicional, por exemplo, v\u00ea mais sa\u00edda nesta altura do ano, em compara\u00e7\u00e3o com o ver\u00e3o. \u201cO m\u00eas de julho passou a ser mais lucrativo para mim em rela\u00e7\u00e3o h\u00e1 alguns anos atr\u00e1s, mas \u00e9 na altura do Natal que eu tenho mais clientes. Os turistas v\u00eam \u00e0 procura de produtos tradicionais. Lembro-me que at\u00e9 h\u00e1 poucos dias esgotei o meu stock todo de azeite, e foi com um cliente espanhol\u201d. Quem o diz \u00e9 Jos\u00e9 Reis, um comerciante local. Em tom de brincadeira, o comerciante afirma que todos os setores econ\u00f3micos da regi\u00e3o tiveram uma melhoria de 200%.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAt\u00e9 h\u00e1 uma d\u00e9cada atr\u00e1s, era raro encontrar mercearias ou pastelarias e restaurante abertos ao fim-de-semana. N\u00e3o havia essa necessidade, porque as pessoas ou iam para a praia ou iam para o shopping em Aveiro. O que se v\u00ea atualmente aqui na cidade, \u00e9, de facto, uma melhoria na qualidade de vida dos habitantes, diz Jos\u00e9 Reis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"472\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia-1024x472.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-18623\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia-1024x472.jpg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia-300x138.jpg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia-768x354.jpg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia-1536x708.jpg 1536w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Mercearia.jpg 1933w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Jos\u00e9 Reis, de 76 anos tem a casa aberta h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, mas foi s\u00f3 nos \u00faltimos dez anos que assistiu a um crescimento econ\u00f3mico t\u00e3o expansivo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sendo caso \u00fanico, v\u00e1rios s\u00e3o os relatos que corroboram o \u00f3bvio: o fluxo de turistas traduziu-se no desenvolvimento local da regi\u00e3o. Atualmente, \u00c1gueda est\u00e1 nas bocas do mundo e sempre de uma forma positiva. A cultura e a tradi\u00e7\u00e3o levam a que milhares de pessoas visitem a cidade mais colorida e brilhante de Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de d\u00e9cadas sem dar cartas \u00e0 economia local, o turismo revelou-se transformador. Apesar de \u00c1gueda ser conhecida por ser um concelho industrial forte, o investimento no turismo foi a chave d \u0301Ouro para sustentar outros ramos econ\u00f3micos que lhe estavam dependentes. A popularidade forte que a cidade dos guarda-chuvas recebeu nos \u00faltimos anos, foi fulcral para a economia n\u00e3o se deixar mover t\u00e3o numa altura menos boa como a pandemia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O turismo na cidade mais colorida do pais cresceu substancialmente na \u00faltima d\u00e9cada. 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