{"id":17153,"date":"2023-02-01T12:22:47","date_gmt":"2023-02-01T12:22:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=17153"},"modified":"2023-02-01T12:22:50","modified_gmt":"2023-02-01T12:22:50","slug":"cavalhadas-de-teivas-a-tradicao-muda-mas-permanece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=17153","title":{"rendered":"Cavalhadas de Teivas: a tradi\u00e7\u00e3o muda, mas permanece"},"content":{"rendered":"\n<p><em><strong>As Cavalhadas de Teivas s\u00e3o uma das principais celebra\u00e7\u00f5es do S\u00e3o Jo\u00e3o na cidade de Viseu. Com origem no s\u00e9culo XV, as Cavalhadas s\u00e3o marcadas por tradi\u00e7\u00f5es e desfiles pelas ruas de Viseu.<\/strong><\/em> <strong><em>Tal como afirma a Associa\u00e7\u00e3o Cultural, Recreativa e Social de Teivas, \u201cera costume no dia 24 de junho, dia de S. Jo\u00e3o, manh\u00e3 cedo, o cortejo das tradicionais Cavalhadas percorrer as povoa\u00e7\u00f5es da freguesia, espalhando o colorido, a alegria e a anima\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem de Mariana F\u00e9lix<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Residente em Teivas, Diana Vieira, participa nas Cavalhadas desde os cinco anos, sendo que j\u00e1 conta com 15 anos de participa\u00e7\u00e3o nesta tradi\u00e7\u00e3o e afirma que \u201cas Cavalhadas de Teivas s\u00e3o um desfile que alegra as ruas no dia em que sai, \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o que se mant\u00e9m viva ao longo de muitos anos e que une o povo de Teivas\u201d. Para ela, as pessoas t\u00eam uma vis\u00e3o bastante positiva das Cavalhadas. \u201cA tradi\u00e7\u00e3o de que mais gosto, apesar de j\u00e1 n\u00e3o ser seguida \u00e9 o facto de na Dan\u00e7a da Morgadinha, os homens se vestirem de mulher e as mulheres se vestirem de homem\u201d. J\u00e1 para Norberto Vieira, residente tamb\u00e9m em Teivas e participante h\u00e1 30 anos nas Cavalhadas, as pessoas que veem t\u00eam uma vis\u00e3o positiva, apesar de que, para ele, as Cavalhadas \u201cj\u00e1 deviam ter terminado\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"681\" src=\"http:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n-1024x681.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-17154\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n-1024x681.jpeg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n-768x511.jpeg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n-1536x1022.jpeg 1536w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/275260331_5039958122709581_4726315963862397265_n.jpeg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Carro aleg\u00f3rico das Cavalhadas de Teivas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Carlos Figueiredo Lopes escreve, no seu livro S. Jo\u00e3o de Lourosa \u2013 Terra e Gentes da Beira Alta, que \u201cTeivas, patrim\u00f3nio de um nome de origem germ\u00e2nica \u201cTevilaci\u201d, cuja origem, povoamento e agricultura \u00e9 anterior ao s\u00e9culo XII, \u00e9 hoje uma pequena localidade com pouco mais de 600 habitantes, a dois passos de Viseu, pertencente \u00e0 freguesia de S\u00e3o Jo\u00e3o de Lourosa\u201d. O facto de Teivas ficar t\u00e3o pr\u00f3xima do centro de Viseu fez com que o desfile das Cavalhadas de Teivas, que inicialmente era feito apenas pelas terras da Freguesia de S\u00e3o Jo\u00e3o de Lourosa, passasse para as ruas de Viseu. <\/p>\n\n\n\n<p>Foi tamb\u00e9m gra\u00e7as \u00e0 cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Cultural, Recreativa e Social de Teivas,  no ano de 1984, que as Cavalhadas de Teivas, numa necessidade de se moldarem \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o dos tempos, passaram a percorrer n\u00e3o s\u00f3 as ruas da Freguesia de S\u00e3o Jo\u00e3o de Lourosa, mas tamb\u00e9m as de Viseu. Assim, para al\u00e9m do Cortejo e da Dan\u00e7a da Morgadinha, foram introduzidas novas tradi\u00e7\u00f5es, tais como os Carros Aleg\u00f3ricos, os Cavalos, as Bandas de M\u00fasica, as Fanfarras, os Grupos de Z\u00e9s Pereira e Ranchos Folcl\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tradi\u00e7\u00e3o trazida por emigrantes regressados do Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Marcada por hist\u00f3ria e tradi\u00e7\u00f5es, as Cavalhadas de Teivas s\u00e3o conhecidas pelos seus desfiles, as dan\u00e7as t\u00edpicas, os carros aleg\u00f3ricos, os cavalos, as bandas de m\u00fasica, as fanfarras, os grupos de Z\u00e9s Pereiras e os Ranchos Folcl\u00f3ricos. Apesar de n\u00e3o haver registos da sua origem, cr\u00ea-se que esta tradi\u00e7\u00e3o foi trazida pelos emigrantes teivenses regressados do Brasil, que pretendiam implementar um festejo popular em Teivas. <\/p>\n\n\n\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Cultural, Recreativa e Social de Teivas explica que isto era uma forma de \u201csatirizar as festas e jantares de gala realizados pelas elites da alta sociedade brasileira, com dan\u00e7as de ro\u00e7a, quem sabe se n\u00e3o uma esp\u00e9cie de homenagem a debutantes donzelas.\u201d Na sua cria\u00e7\u00e3o o cortejo era formado apenas por rapazes e homens que faziam os pares de dan\u00e7a, em que os homens se vestiam com trajes de mulheres, acompanhados por tocadores de acorde\u00e3o, viol\u00e3o, violino ou outros instrumentos musicais da \u00e9poca, descreve o autor Carlos Figueiredo Lopes.<\/p>\n\n\n\n<p>Acredita-se que o tipo de vestidos e adere\u00e7os usados no desfile, que s\u00e3o marcados pelas suas cores carnavalescas e coloridas tenham sido influenciados pela cultura brasileira, havendo assim um marco da cultura brasileira nas indument\u00e1rias que ainda hoje s\u00e3o caracterizadas pelas suas cores alegres. As indument\u00e1rias masculinas eram marcadas pelas cal\u00e7as curtas, coletes ou xailes, e chap\u00e9us enfeitados com papel multicolor e as indument\u00e1rias femininas eram marcadas pelos vestidos ou saias largas e compridas, blusas, len\u00e7os na cabe\u00e7a, um guarda-sol enfeitado, um leque e uma bolsa de pano que vinha com um len\u00e7o, usado para limpar o suor do rosto.<\/p>\n\n\n\n<p>O que hoje se sabe acerca das Cavalhadas de Teivas, foi sendo transmitido de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da partilha de hist\u00f3rias e tradi\u00e7\u00f5es das Cavalhadas de Teivas e tamb\u00e9m da partilha das t\u00e9cnicas usadas na confe\u00e7\u00e3o dos fatos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dan\u00e7a da Morgadinha<\/strong>:<strong> o ex-libris das cavalhadas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Dan\u00e7a da Morgadinha \u00e9 talvez uma das tradi\u00e7\u00f5es mais conhecidas das Cavalhadas de Teivas e uma das maiores atra\u00e7\u00f5es para quem vai ver as Cavalhadas de Teivas. Marcada pelo folclore, vindo do Brasil, a Dan\u00e7a da Morgadinha nasceu da jun\u00e7\u00e3o do folclore e das m\u00fasicas e coreografias de Teivas. &#8220;A Dan\u00e7a da Morgadinha \u00e9 o ex-libris das cavalhadas de Teivas. Dan\u00e7a tradicional e centen\u00e1ria, \u00e9 caracterizada pelos belos vestidos femininos e fatos masculinos de cores exuberantes com chap\u00e9us \u00e0 cabe\u00e7a, numa dan\u00e7a harmoniosamente coreografada\u201d, afirma a Associa\u00e7\u00e3o Cultural, Recreativa e Social de Teivas.<\/p>\n\n\n\n<p>A Dan\u00e7a da Morgadinha \u00e9 para muitos a tradi\u00e7\u00e3o favorita, n\u00e3o s\u00f3 para os residentes e participantes, como tamb\u00e9m para os que veem a celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A tradi\u00e7\u00e3o permanece<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n-1024x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-17155\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n-1024x1024.jpeg 1024w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n-300x300.jpeg 300w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n-150x150.jpeg 150w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n-768x768.jpeg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/64500567_2376570755715011_641915950815248384_n.jpeg 1362w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Desfile das Cavalhadas de Teivas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>As Cavalhadas de Teivas, foram sofrendo altera\u00e7\u00f5es desde a sua cria\u00e7\u00e3o, mas, ainda hoje, a tradi\u00e7\u00e3o mant\u00e9m-se e as Cavalhadas s\u00e3o sempre realizadas no domingo anterior ao dia de S\u00e3o Jo\u00e3o. Apesar de o padroeiro de Teivas ser S\u00e3o Sebasti\u00e3o, \u00e9 nos Santos Populares que de facto os teivenses saem \u00e0 rua para desfilar e dan\u00e7ar a conhecida Dan\u00e7a da Morgadinha.<\/p>\n\n\n\n<p>Os participantes das Cavalhadas t\u00eam de criar todos os anos os seus pr\u00f3prios trajes, adere\u00e7os e acess\u00f3rios, tal como tamb\u00e9m os carros aleg\u00f3ricos. Al\u00e9m disso, a Dan\u00e7a da Morgadinha \u00e9 ensaiada durante dias, para no dia ser tocada, dan\u00e7ada e cantada, durante as v\u00e1rias horas em que se percorrem as ruas das terras de S\u00e3o Jo\u00e3o de Lourosa e de Viseu.<\/p>\n\n\n\n<p>Os trajes sofreram pequenas altera\u00e7\u00f5es e, al\u00e9m das cal\u00e7as curtas e dos chap\u00e9us coloridos, os trajes masculinos s\u00e3o atualmente compostos por uma faixa vermelha, meias rendadas brancas, sapatos pretos, uma camisa branca, dois len\u00e7os com franja entrela\u00e7ados e uma bandeira. J\u00e1 o traje feminino, caracterizado pelos seus vestidos e saias largas, guarda-s\u00f3is enfeitados com papel multicolor e uma bolsa de pano, \u00e9 constitu\u00eddo tamb\u00e9m por um importante adere\u00e7o, o ramo de flores. Estes ramos de flores s\u00e3o feitos de cravos, ervas de enfeite e ervas de cheiro e h\u00e1 quem diga que estas servem para disfar\u00e7ar o cheiro do suor dos participantes no cortejo.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim as cores alegres dos trajes distinguem-se das outras marchas de Portugal, tornando as Cavalhadas de Teivas como afirma a Associa\u00e7\u00e3o Cultural, Recreativa e Social de Teivas \u201caut\u00eanticas obras de arte e originando uma saud\u00e1vel competi\u00e7\u00e3o para ostentar o mais bonito da marcha.\u201d <\/p>\n\n\n\n<p>Para Ana Figueiredo, residente tamb\u00e9m em Teivas, as Cavalhadas s\u00e3o \u201cuma tradi\u00e7\u00e3o muito antiga que deve ser incutida aos mais jovens, de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma altura em que jovens e pessoas mais velhas se unem para mostrar aos habitantes a sua cultura\u201d. Tendo participado no ano passado de 2022 nas Cavalhadas na venda de manjericos, ela afirma que no geral esta \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o vista com entusiasmo. \u201cSempre que se ouve a palavra Cavalhadas as pessoas t\u00eam tend\u00eancia a mostrar agrado pela tradi\u00e7\u00e3o e quem vai presenciar tamb\u00e9m se mostra bastante entusiasmado com tudo o que as Cavalhadas envolvem\u201d, considera Ana Figueiredo. <\/p>\n\n\n\n<p>Maria Jos\u00e9 Vieira, residente em Teivas, participa h\u00e1 40 anos nas Cavalhadas: \u201c\u00e9 um desfile muito bonito que atrai v\u00e1rias pessoas e encanta as ruas da cidade\u201d. J\u00e1 para Maria Jo\u00e3o Lopes, que participou quando jovem nos Carros Aleg\u00f3ricos e recentemente na venda de manjericos, as Cavalhadas \u201cdevem ser preservadas pelos mais novos, pois \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o de s\u00e9culos.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos residentes de Teivas e participantes, as Cavalhadas s\u00e3o bem vistas por quem \u00e9 de fora, como \u00e9 o caso de Francisco Costa, natural de Penafiel, que participou pela primeira vez no ano de 2022. \u201cComo foi a minha primeira vez, nas Cavalhadas, e como estive a vender manjericos, posso dizer que gostei de vender. Antes de come\u00e7ar, coloquei uma marca que tinha de alcan\u00e7ar, sendo a primeira vez a vender e no final a marca ainda foi maior que a que tinha colocado no in\u00edcio. As pessoas foram muito simp\u00e1ticas e atenciosas. Gostei de vender manjericos. Foi sem d\u00favida uma experi\u00eancia que hoje repetiria\u201d, revela. <\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Andreia Martins, residente em Vila Nova do Campo, Viseu, apesar de nunca ter participado afirma que as pessoas t\u00eam cada vez mais uma vis\u00e3o positiva em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s Cavalhadas. &#8220;\u00c9 um cortejo tradicional que representa as tradi\u00e7\u00f5es da nossa cultura viseense. De elevada relev\u00e2ncia uma vez que agrega conv\u00edvios, e traz novas gera\u00e7\u00f5es para retratar esta festividade antiga&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais recentemente, as Cavalhadas entraram nas bocas do mundo, depois de baseados no vestido, traje feminino, usado na Dan\u00e7a da Morgadinha, terem feito um vestido com oito metros de altura para entrar no <em>Guiness<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"689\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n-689x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-17156\" srcset=\"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n-689x1024.jpeg 689w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n-202x300.jpeg 202w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n-768x1142.jpeg 768w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n-1033x1536.jpeg 1033w, https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/128652311_3636650246373716_8318418448449934911_n.jpeg 1080w\" sizes=\"(max-width: 689px) 100vw, 689px\" \/><figcaption>Vestido entrou para o Guiness World Record na categoria de &#8220;Largest Tradicional Dance Costume&#8221;<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ainda que com algumas mudan\u00e7as, as Cavalhadas de Teivas mant\u00eam grande parte das suas tradi\u00e7\u00f5es, sendo ainda existentes o Cortejo, a Dan\u00e7a da Morgadinha, os Carros Aleg\u00f3ricos, os Cavalos, as Bandas de M\u00fasica, as Fanfarras, os Grupos de Z\u00e9s Pereira e os Ranchos Folcl\u00f3ricos. As Cavalhadas s\u00e3o assim umas das celebra\u00e7\u00f5es mais antigas da cidade e ainda nos dias de hoje levam centenas de pessoas \u00e0s ruas para admirarem seja os Carros Aleg\u00f3ricos, seja a Dan\u00e7a da Morgadinha e as outras tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As Cavalhadas de Teivas s\u00e3o uma das principais celebra\u00e7\u00f5es do S\u00e3o Jo\u00e3o na cidade de Viseu. Com origem no s\u00e9culo<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":17157,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[15],"tags":[2249],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17153"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17153"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17153\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17166,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17153\/revisions\/17166"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/17157"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17153"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17153"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}