{"id":14670,"date":"2022-01-11T18:59:42","date_gmt":"2022-01-11T18:59:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=14670"},"modified":"2022-01-11T18:59:44","modified_gmt":"2022-01-11T18:59:44","slug":"perfil-angela-merkel-a-mulher-mais-poderosa-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=14670","title":{"rendered":"Perfil. Angela Merkel, a mulher mais poderosa do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Pragm\u00e1tica e conciliadora, tornou-se na primeira mulher a liderar a Alemanha em novembro de 2005. Ponderada e prudente, governou a maior economia da Uni\u00e3o Europeia de forma s\u00f3bria e serena, durante 16 anos. Angela Merkel, a \u2018menina\u2019 cientista que se tornou na mulher mais poderosa do mundo.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Por Kevin Santos<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Antes dela, nenhuma mulher havia sido eleita chanceler da Alemanha. Hoje, toda uma gera\u00e7\u00e3o v\u00ea com bons olhos uma governa\u00e7\u00e3o liderada por uma mulher. Desconhecida e reservada, tornou-se numa das mulheres mais influentes do quadro pol\u00edtico mundial. L\u00edder da Alemanha, maior pot\u00eancia da Uni\u00e3o Europeia, Angela Merkel foi, ainda que n\u00e3o de forma oficial, a chefe da Europa, durante v\u00e1rias crises, tais como a crise financeira de 2008, a crise de refugiados ou a, mais recente, crise da Covid-19. Perspicaz, Merkel, percebe que \u201ca Alemanha s\u00f3 pode estar bem se a Europa estiver bem\u201d. Eleita em 2005, tamb\u00e9m venceu as elei\u00e7\u00f5es em 2009, 2013 e 2017. Em 2018 anunciou que n\u00e3o se iria recandidatar \u00e0s elei\u00e7\u00f5es de 2021, ano que marcou a sua sa\u00edda, para desagrado da maioria dos alem\u00e3es.<\/p>\n\n\n\n<p>Filha de Horst Kasner, um pastor luterano, e de Herlind Jentzch, professora de ingl\u00eas e latim, Merkel, nasceu Angela Dorothea Kasner, a 17 de julho de 1954. Conhecida como a \u2018menina\u2019 cientista, estudou f\u00edsica na Universidade de Leipzig e foi a\u00ed que encontrou o sobrenome que iria adotar para o resto da vida, mesmo depois de se separar do seu primeiro marido, Ulrich Merkel. Reservada e contida, Merkel reinventou, diz-se, as ideias de Maquiavel, sendo amada dentro da Alemanha e temida fora dela. Muitas vezes considerada fria, Merkel \u00e9 objetiva e afirma que \u201cse ficasse sempre ressentida, n\u00e3o poderia ser chanceler federal nem por tr\u00eas dias.\u201d\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Tornou-se l\u00edder da CDU (Uni\u00e3o Democrata-Crist\u00e3) a 10 de abril de 2000, dois anos depois de ter assumido o cargo de secret\u00e1ria-geral do partido. Acreditando que o seu partido tinha \u201cde aprender a andar e a confiar em si mesmo sem o seu velho cavalo de guerra [Helmut Kohl]\u201d, Merkel tornou-se l\u00edder incontestada no partido e, a partir de 2005, tamb\u00e9m o foi na Alemanha, at\u00e9 ao an\u00fancio da sua sa\u00edda. A prud\u00eancia e calma da governa\u00e7\u00e3o de Merkel contrasta com um panorama pol\u00edtico mundial tremido e termina com umas elei\u00e7\u00f5es turbulentas. Merkel acreditava em \u201ccidad\u00e3s e cidad\u00e3os respons\u00e1veis o suficiente para decidirem quem querem como pr\u00f3ximo chanceler\u201d, mas, foram necess\u00e1rias algumas semanas de negocia\u00e7\u00f5es para que Olaf Scholz fosse eleito chanceler e suceder, assim, \u00e0 mulher mais poderosa do mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pragm\u00e1tica e conciliadora, tornou-se na primeira mulher a liderar a Alemanha em novembro de 2005. 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