{"id":12900,"date":"2021-05-25T16:18:36","date_gmt":"2021-05-25T16:18:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=12900"},"modified":"2021-05-26T09:20:41","modified_gmt":"2021-05-26T09:20:41","slug":"renascimento-o-jornal-que-leva-noticias-de-mangualde-para-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www1.esev.ipv.pt\/dacomunicacao\/?p=12900","title":{"rendered":"\u201cRenascimento\u201d: o jornal que leva not\u00edcias de Mangualde para o mundo"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Fundado a 20 de janeiro de 1927 na cidade de Mangualde, o Renascimento \u00e9 um jornal quinzenal. Liberdade de express\u00e3o e os interesses dos cidad\u00e3os e da cidade s\u00e3o as premissas defendidas pelo diretor do \u00f3rg\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o social, Serafim Tavares pelo subdiretor Ant\u00f3nio Fortes. Apesar de o Renascimento ser um jornal j\u00e1 com 94 anos, n\u00e3o deixa de inovar. A atual pandemia permitiu que o formato online o aproximasse ainda mais dos leitores residentes no estrangeiro e n\u00e3o s\u00f3. Ainda que seja um jornal regional n\u00e3o deixa de frisar os problemas e acontecimentos nacionais.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reportagem de J\u00e9ssica Rodrigues<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s do formato online o \u201cRenascimento\u201d consegue aproximar-se dos leitores \u201cOs nossos leitores s\u00e3o essencialmente pessoas com mais de 40 anos, emigrantes e reformados. Desta forma o formato online aproxima-nos cada vez mais dos leitores que residem no estrangeiro\u201d afirma o subdiretor Ant\u00f3nio Fortes. O formato em papel, o mais convencional, tem uma tiragem m\u00e9dia mensal de 4600 exemplares, que s\u00e3o feitos por uma equipa de 5 colaboradores, sendo que, duas dessas cinco pessoas t\u00eam carteira profissional de jornalista \u201c a nossa equipa \u00e9 composta por 5 membros, apesar de s\u00f3 duas pessoas terem a carteira profissional de jornalista\u201d, conta Ant\u00f3nio Fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um jornal que se rege pela \u00e9tica deontol\u00f3gica do jornalismo e que se recusa a ocultar informa\u00e7\u00e3o aos seus leitores, os valores que regem o \u201cRenascimento\u201d prendem-se essencialmente com a liberdade de express\u00e3o e com a \u00e9tica deontol\u00f3gica do jornalismo\u201d afirma o subdiretor. Apesar de ser um jornal regional considerado mais pequeno, Ant\u00f3nio Fortes n\u00e3o utiliza esse termo \u201c n\u00e3o h\u00e1 meios de comunica\u00e7\u00e3o pequenos e grandes. O meio vale em si. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ser di\u00e1rio, grande, etc. O que vale \u00e9 o conte\u00fado. O mais importante jornal portugu\u00eas \u00e9 o Expresso, um seman\u00e1rio, vale o conte\u00fado. O mais vendido \u00e9 o Correio da Manh\u00e3, um tabl\u00f3ide sensacionalista, vive das manchetes. N\u00e3o tem opini\u00e3o, como o P\u00fablico e outros\u201d, expressa o subdiretor.<\/p>\n\n\n\n<p>Um meio de comunica\u00e7\u00e3o social que luta para manter os seus leitores informados, quer sobre a atualidade do concelho, quer sobre a atualidade nacional. Procura informar verdadeiramente, recolhendo as informa\u00e7\u00f5es diretamente das fontes e das comunica\u00e7\u00f5es que lhes s\u00e3o enviadas. Por\u00e9m, se existir necessidade, procuram confirmar as informa\u00e7\u00f5es recolhidas junto das fontes e dos intervenientes. \u201cAs not\u00edcias s\u00e3o recolhidas pelo jornal nas fontes, pelas comunica\u00e7\u00f5es que as Entidades e Empresas enviam. Se ocorrer a necessidade de comprovar informa\u00e7\u00f5es dirigimo-nos diretamente \u00e0s fontes e se as duvidas persistirem procuramos os intervenientes\u201d, explica Ant\u00f3nio Fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>No que toca a press\u00f5es, muito comuns no jornalismo regional, Ant\u00f3nio Fortes afirma que n\u00e3o se aproximam do \u201cRenascimento\u201d, que considera ser um meio de comunica\u00e7\u00e3o isento e alheado de partidos ou grupos econ\u00f3micos. \u201cAs press\u00f5es s\u00f3 s\u00e3o sentidas por quem quer. O Renascimento \u00e9 independente de grupos sejam eles pol\u00edticos ou econ\u00f3micos. Presamos a verdade e nenhuma tentativa de altera\u00e7\u00e3o da mesma nos abala\u201d, refere o subdiretor. Atualmente, o \u201cRenascimento\u201d est\u00e1 a crescer e deu um dos maiores passos desde a sua exist\u00eancia. Estendeu-se \u00e0 cidade de Viseu onde tem agora uma delega\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos a crescer, cheg\u00e1mos \u00e0 cidade de Viseu e por todo o territ\u00f3rio que constitui o distrito. Abrimos no in\u00edcio deste ano uma delega\u00e7\u00e3o em Viseu, temos uma grande distribui\u00e7\u00e3o na cidade. Este \u00e9 um passo que nos orgulha muito, apesar de termos cerca de 94 anos de exist\u00eancia estamos sempre a inovar e esta expans\u00e3o \u00e9 a prova disso mesmo\u201d, revela Ant\u00f3nio Fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um jornal com 94 anos de hist\u00f3ria durante os quais a veracidade das informa\u00e7\u00f5es transmitidas foi sempre colocada em primeiro plano. At\u00e9 ao final do ano 2020, o \u201cRenascimento\u201d focava-se essencialmente no concelho de Mangualde e nos acontecimentos nacionais mais relevantes. Em janeiro de 2021 chegou \u00e0 cidade de Viseu, onde promete continuar seguir uma linha da verdade e do compromisso com os leitores que preza desde a sua funda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fundado a 20 de janeiro de 1927 na cidade de Mangualde, o Renascimento \u00e9 um jornal quinzenal. 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